Olá todos, todas e todes!!! Tudo bem por aí? Por aqui vai-se indo...

João Pedro Mattos Pinto  PRESENTE!

O mundo está assistindo a população dos Estados Unidos sair às ruas em protestos antirracistas depois da morte de George Floyd por um policial branco em Minneapolis. É preciso entender que a estruturalidade do racismo não se restringe ao cotidiano estadunidense. Se na semana passada tratei aqui de mais um capítulo do (des)governo Bolsonaro, leia aqui se ficou afim, agora o assunto é mais pesado: Racismo Estrutural.

Ágatha Félix PRESENTE!

A sociedade brasileira tem uma dívida histórica com os negros e as politicas afirmativas são o começo de tentar resolver esta situação social e uma das principais, se não a mais importante elaborada e desenvolvida nos últimos anos é a política de cotas nas universidades através da seleção através do Enem e do ProUni. 

Evaldo Rosa dos Santos PRESENTE!

A verdade é que o racismo não se dá apenas por situações de agressão, violência...o racismo acontece também nas diversas exclusões a que o negro é submetido na sociedade de uma modo geral. Desde a falta de representatividade em altos cargos de empresas, em posições de destaque em veículos de comunicação. 

Marielle Franco PRESENTE!

Desde a eleição de Jair Bolsonaro, movimentos fascistas se viram autorizados a sairem às ruas para discriminar. O preconceito racial saiu do armário. As pessoas que consideram-se superiores às outras e não se sentem  mais envergonhadas. Até movimentos integralistas retornaram á cena política nacional.

George Floyd PRESENTE!

A África do Sul já foi exemplo de discriminação racial num período em que esta característica vergonhosa era política de Estado. Por décadas, de 1948 a 1994, o regime de segregação da maioria negra pela minoria branca foi dominante na Àfrica do Sul. Um dos símbolos da luta contra a segregação racial foi Nelson Mandela que ficou preso por 27 anos até sair em 1990, depois de intensa campanha internacional. Era o começo do fim da vergonha sulafricana.

Nelson Madela PRESENTE!

Em momento algum tive a pretensão de, como se diz, ocupar do lugar de fala de quem quer que fosse. Considero uma afronta para capacidade mental de qualquer ser humano ser racista, homofóbico entre outras características infelizes.

Como sugestão de filme deixo pra vocês, entre tantos títulos que me vieram a mente, um clássico do cineasta estadunidense Spike Lee, "Faça a coisa certa"(1989). Trata da questão do negro e até que ponto pode levar a discriminação racial.  

Até semana que vem.

Saudações,

Ulisses B. dos Santos.

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Sobre a Coluna

A coluna SobreTudo é publicada sempre às terças-feiras.
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Ulisses Santos

Sou um cara solidário e humanista. Procuro ser empático com o outro. As relações humanas fazem com que cada um de nós seja alguém que ao acordar é uma pessoa e ao dormir seja outra. Sou professor da rede pública estadual do RS desde 2002 e escritor desde sempre. Tenho livros escritos sobre a história de Porto Alegre e do Rio Grande do Sul. Atualmente estou concluindo a graduação em Jornalismo.

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