Olá amigos, amigas e amiges leitores...quem acompanha esta coluna e este brioso site sabe que costumo escrever todas as terças-feiras. Porém, estou escrevendo hoje - sexta-feira- em edição extraordinária. Todas as semanas tenho escrito as minhas impressões em tempos de pandemia, se vocês quiserem podem ler a minha coluna da terça mais recente aqui



Estamos em meio a uma pandemia e vimos casos de governos como o da Itália, especialmente a região do Bergamo com destaque para Milão, não levando a sério o ataque do vírus e sua expansão pelas pessoas. Em Milão, o prefeito contrariando todas as indicações, elaborou um slogan, pedindo a cidade que mantivesse suas atividades, que dizia "Milão não pode parar".

Qual o resultado de tamanho disparate? Hoje a Itália detém o triste recorde diário de mortes por Corona Vírus - na tarde de hoje, 27/03: 976 mortes. O total de mortes do berço do Renascimento já ultrapassa as 9 mil mortes (9.134) e a cidade de Milão registra mais de 4,4 mil  vidas perdidas para o Covid-19. Para acompanhar a Covid-19 no mundo, em tempo real, clique aqui

O Ministério da Saúde no Brasil decidiu faz uma semana adotar e sugerir o isolamento das pessoas, que não se saia de casa, a não ser que seja a mais extrema necessidade. O objetivo era, como diziam os especialistas, para "achatar a curva" da disseminação da doença pois se as pessoas não circularem pelas ruas, a tendência é o número de casos cair. Em tempos de redes sociais, de vidas em rede, criraram-se hashtags para espalhar a ideia que o melhor é ficar em casa: #FicaEmCasa #JuntosContraOVirus

Os profissionais da área da saúde fazia e fazem seu trabalho no enfrentamento direto ao Covid-19. e, nesta lógica, apenas serviços públicos essenciais ficariam abertos (postos de saúde, hospitais, postos de gasolina, supermercados, mercados para citar alguns).

Tudo ia bem e parecia caminhar para uma razoável estabilidade quando o presidente realizou um pronunciamento em que questionava, por exemplo: "Se o público que a Covid 19 atinge são pessoas com idade superior a 60 anos, porque fechar as escolas?" Depois de semanas de explicações, acredito ter sido, no mínimo, constrangedor.  Imagino a cara do ministro assistindo o chefe com tão elaborada questão.

Hoje ficou-se sabendo, pelas redes sociais que, não contente com o grau de presepadas que apronta, o governo federal decidiu "subir a régua" no quesito constrangimento/Vergonha Alheia: estão elaborando uma campanha publicitária com o lema "O Brasil não pode parar." (originalidade é tudo!)

O último que defendeu esse lema deu-se mal. Muitíssimo mal!

Incentivada por esta movimentação palaciana, a classe média brasileira e setores do empresariado nacional decidiram sair da toca: promoveram carreatas por várias cidades no dia de hoje. Sim, carreatas - e é cada "nave" que vou te contar-. F|ica uma pergunta aos donos daqueles carrões: se o bicho não é tão grave...porque não uma passeata com todo mundo abraçado?

Outra conclusão é que setores do empresariado querem é saber de lucro e só. A vida dos outros, de seus funcionários nada ou pouco importa.

Para quem pode,
fica em casa!

Até semana que vem.

Saudações,

Ulisses B. dos Santos.

Twitter e Instagram: @prof_colorado

Sobre a coluna

A coluna Sobre Tudo é publicada todas as terças-feiras. (como disse essa edição foi extraordinária)






Nesta edição do JC Express, apresentada por Adriano Garcia e Claudio Porto, a atualização dos casos confirmados e óbitos relacionados a Covid-19 no País, com destaque para a mais recente medida tomada pelo presidente Bolsonaro, que tornou “essencial” atividades religiosas, e alguns destaques políticos de Israel e Venezuela.






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Com Adriano Garcia, Claudio Porto e Pedro Araujo algumas notas sobre os bastidores do pronunciamento do presidente Bolsonaro em cadeia nacional de Rádio e TV na terça-feira 24/3, que gerou uma repercussão um tanto desmedida, e a entrevista (tão aguardada) do ministro Luiz Henrique Mandetta, já na tarde da quarta-feira 25/3, após um dia de muita notícia sobre a relação (aparentemente de atrito) entre o (des)governo e as lideranças estaduais.







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Desde o início me posicionei contra o impeachment de Bolsonaro. Seja em textos ou me posicionando durante nossas lives, deixei claro que o impeachment de Bolsonaro não passava de mero interesse das elites que não veem mais em Bolsonaro a possibilidade de colocar em prática as reformas da maldade que eles querem aprovar. A crueldade de Bolsonaro e suas opiniões nefastas sempre foram conhecidas de todos, se agora é motivo de indignação das elites, mostra que Bolsonaro já não serve à seus interesses.

Mas agora a situação é outra. Continuo defendendo que a melhor solução era a cassação da chapa - não apenas federal, como de vários estados - por fraude eleitoral mediante os criminosos disparos de mensagem via WhatsApp seria a melhor saída. Uma eventual ascensão de Mourão ao poder nunca deve ser vista com bons olhos, mas a manutenção de Bolsonaro no cargo não pode mais ser tolerada, ainda mais diante da crise que o mundo inteiro vive.

A forma como Bolsonaro vem lidando com a pandemia do novo Coronavirus vem sendo mais do que relapsa. As atitudes do presidente em insistir em tratar uma doença grave que já matou mais de 20 mil pessoas no mundo todo se tornam criminosas. É brincar com a vida do cidadão brasileiro. É deixar claro, bastante claro, que ele está alinhado com figuras nefastas como Luciano Hang, Roberto Justus e Júnior Durski, em não se importar em sacrificar vidas brasileiras se isto puder salvar a economia.

Resultado de imagem para Bolsonaro esgoto
Pronunciamento de Bolsonaro contraria orientações da OMS e do próprio Ministério da Saúde

A economia já está prejudicada. Não só aqui, mas no mundo inteiro. Todos os países sabem que quando a pandemia passar, vamos ter outra crise para lidar. Mas o momento agora não é de se preocupar com economias e sim com vidas. Bolsonaro se torna o único líder mundial à tratar o coronavirus como uma simples gripe. Até seu maior aliado de todas as horas, o presidente Donald Trump, tomou atitudes alinhadas com as orientações da OMS e que já vinham sendo seguidas por líderes ao redor do mundo. Bolsonaro é uma ilha de insensatez num oceano de líderes, alguns até controversos e dignos de críticas, que estão tomando medidas para resguardar sua população.

E o mundo inteiro já notou isso. Após o pronunciamento de ontem, a imprensa mundial classificou Bolsonaro como "incendiário", "inacreditável" e "contraditório". Até seu maior aliado na geopolítica internacional sabe que as atitudes de Bolsonaro são irresponsáveis e vão levar à uma tragédia sem precedentes, tanto que a embaixada dos Estados Unidos emitiu recomendação para todos os estadunidenses em solo brasileiro retornarem ao país. Essa recomendação ter partido logo após o pronunciamento desastroso da noite de terça não é coincidência. Eles sabem a tragédia que isso vai se tornar se medidas não forem tomadas.

Bolsonaro usa a crise atual para fazer política. Usa as 46 mortes confirmadas para tentar se promover visando a eleição de 2022. Vai na contra mão de outrora aliados como João Dória, Wilson Witzel e até Ronaldo Caiado, responsável pela indicação do atual ministro da saúde, surpreendentemente o mais sóbrio da equipe de governo. Enquanto prefeitos e governadores tentam tomar medidas para frear o avanço da doença e assim impedir o colapso no sistema de saúde, o presidente vai na contra mão e atrapalha mais do que lidera. Seria menos danoso ao país se ficasse simplesmente calado e deixasse os outros trabalharem. A cada declaração, a cada ato, a cada decisão tomada por Bolsonaro, a crise se agrava.

Continuo aqui reafirmando minha opinião sobre o movimento em torno do impeachment de Bolsonaro. É uma movimentação das elites em torno de um nome que talvez seja mais efetivo na aprovação de suas reformas. Mas o cenário mudou. A saída de Bolsonaro da presidência não pode mais ser encarada como uma situação política. Negar o coronavirus, seu enorme poder de contaminação e as mortes que ele irá ocasionar, prova que Bolsonaro é um criminoso que está atentando contra a vida do brasileiro. Não somos peças em um jogo de xadrez que podem ser sacrificadas para salvar um rei ou uma rainha.

Sobre a coluna

De hoje a oito é uma coluna semanal sobre política que procura trazer em pauta assuntos referentes, principalmente, ao governo federal e acontecimentos nacionais, sem deixar de repercutir acontecimentos mundiais.
Os cronistas Adriano Garcia e Claudio Porto apresentam mais uma edição do JC Express, repercutindo as MPs apresentadas pelo (des)governo Bolsonaro para, em tese, reduzir os danos causados pela Covid-19 no País. Os colaboradores analisam ainda a crise provocada pela doença no Brasil, que registrou na terça-feira 24/3 2.201 casos confirmados e 46 mortes.





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Olá quarentenados, quarentenadas e quarentenades! Tudo bem por aí? Por aqui, vai-se indo.

Na coluna anterior, eu comecei a comentar aspectos sociais da pandemia, sugerindo uma inevitável mudança de atitude e que espero ficará para sempre em nosso cotidiano, Se quiser, leia aqui

O mundo aos poucos está entrando em quarentena global. Às pessoas é solicitado que saiam o mínimo necessário de casa, para compras de itens necessários para a sobrevivência em casa ou mesmo para alguma consulta médica quando o caso exigir. Existem vários sites na internet em que se pode acompanhar o desenvolvimento de epidemia no Globo. Entre os tantos disponíveis, prefiro este aqui. Algumas notícias dão conta, ainda bem que raramente, que em alguns mercados as pessoas estão comprando além do necessário com a intenção de fazer estoque. O problema de estocar é que, provavelmente, faltará para alguém que virá depois de você. O sentimento de empatia, que tanto se divulga e se exige das pessoas durante a pandemia, deve aparecer também durante as compras: porque comprar cinco quilos de arroz se dois quilos são suficientes para satisfazer a minha necessidade?

 Ao mesmo tempo, todos os governos estão agindo de acordo com a sua realidade. O que muda é o conteúdo da ação. Todos pretendem, segundo suas palavras, preservar a atividade econômica e o emprego. Em países como a França e Portugal as ações governamentais vão desde prorrogar o prazo para o pagamentos de determinadas contas ou mesmo não se cortar o serviço por falta de pagamento. Na Inglaterra foi determinado que todos ficassem em casa. Nos Estados Unidos, a informação é que haverá o pagamento de mil dólares para cada família (ou pessoa?) durante o período em que ficar em casa por causa da pandemia. Por mais que discordemos em questões de fundo de alguns destes governos, estas iniciativas são meritórias pois dão às pessoas a tranquilidade para ficar em casa.
Porém, não é o mesmo que acontece no Brasil.

O impacto social desta pandemia vai atingir a todos os setores de todas as sociedades: da macroeconomia dos países a microeconomia do seu zé da quitanda da esquina, do Barcelona ao time de amigos do bairro. Todos serão afetados e deverão reformular suas atitudes. Se os mais afortunados tem condições financeiras de permanecer em casa, os mais pobres precisarão de um efetivo amparo financeiro do Estado. Se não ocorrer o auxílio, estes muito em breve estarão frente a frente a uma "escolha de sofia": ou ficam saudáveis em casa vendo seus mantimentos acabarem, ou saem à rua lutando pela refeição seguinte sob o risco de tornarem-se mais uma vítima do coronavírus.

Neste cenário, mas de forma tímida, o (des)governo Bolsonaro, na figura do ministro  Paulo Guedes determinou o acréscimo de 200 reais em cada Bolsa-Família. Tímido, muito tímido.Em um outro instante, na calada da noite, o (des)governo emite a MP 297 que dava a possibilidade dos patrões de suspender os salários por quatro meses e em contrapartida oferecendo cursos de aperfeiçoamento durante este período. Quem vai se aperfeiçoar de barriga vazia e morrendo de fome?

Depois de série de críticas de todos os lados, o (des) governo tomou a atitude que mais o caracteriza nestes quase quinze meses de mandato: voltou atrás e revogou parte da MP 297. Começam a surgir  proposições dos governos no Brasil (Federal, estaduais e municipais) para ajudar os mais pobres ou mesmo aqueles em situação de rua. Como se pede para ir para casa para quem é morador de rua?
 Espero que o ritmo das ações seja o ideal.

Para quem pode,
fique em casa.

Até semana que vem.

Saudações,

Ulisses B. dos Santos.

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Sobre a coluna

A coluna Sobre Tudo é publicada todas as terças-feiras.



O cronista Adriano Garcia analisa nesta edição do JC Express a Medida Provisória nº 927, editada pelo presidente Bolsonaro na noite de domingo estabelecendo a suspensão do contrato de trabalho por quatro meses, sem a devida assistência, como medida de coibir a proliferação dos casos de Covid-19.




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Nesta edição do Clube da Esquerda, um papo sobre as medidas de restrição em razão da pandemia do novo coronavírus e o temor de que as autoridades estariam estabelecendo as condições para regimes ainda mais totalitários ao redor do mundo. O programa é apresentado por Claudio Porto e conta com a participação de Valdo Santos, jornalista do projeto Rede Esquerda (inscreva-se https://bit.ly/3doxuTu).




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Apresentado por Adriano Garcia, Claudio Porto, Pedro Araujo e Ulisses Santos, esta edição do Redação JC aborda as mudanças na rotina dos brasileiros que iniciam a quarentena contra a Covid-19, após o anúncio pelas autoridades de medidas de restrição à população.



Com quase mil casos confirmados e mais de 15 mortos, o País começa a compreender a dinâmica imposta pelo novo vírus.




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À altura do início desta edição do JC Express a secretaria estadual da saúde registrava 286 casos confirmados do novo coronavírus em São Paulo, sendo 259 na capital. O estado contabiliza cinco das sete mortes pela Covid-19 e tem ao menos 7,6 mil casos suspeitos. Com a proliferação da doença, as autoridades em nível estadual e municipal (capital) anunciaram medidas de restrição ao público, uma vez que o contágio é comum em espaços com aglomerações de pessoas.



A tal “quarentena” conformada pela imposição de fechamento de estabelecimentos comerciais e de algumas empresas de outros segmentos da economia é tema da análise de Adriano Garcia, Claudio Porto e Ulisses Santos.



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Equipe comandado por Fernando Diniz vive seu melhor momento na temporada, e se manter a boa toada, pode voltar a ser campeão logo na primeira competição do ano

O ano de 2020 começou cheio de expectativas para o São Paulo Futebol Clube. Dono de um dos maiores investimentos nacionais, o elenco milionário do Tricolor do Morumbi figura entre os cinco mais caros do país e conta com estrelas como: Pato, Hernanes e a maior delas, Daniel Alves, capitão da seleção brasileira e jogador com mais títulos na história do futebol.


É bem verdade que o investimento citado ocorreu em 2019, fazendo com que a postura da diretoria para 2020 fosse mais cautelosa, mantendo o time que terminou a última temporada. Ação alinhada com o futebol brasileiro para este ano, com exceção do Flamengo.

 Devido ao forte potencial do time, para 2020 o torcedor são paulino nutre o anseio de ver o time voltando a conquistar títulos já que o último veio há distantes oito anos.

Rogério Ceni e Lucar lideraram ultimo título são paulino, a Copa Sulamericana de 2012. Foto: Getty. 

Nesta temporada o São Paulo disputará ao menos três campeonatos: Paulista, Brasileiro e Libertadores, e a projeção para desempenho em cada um dos campeonatos, como sabemos, muda com o decorrer do tempo e atuações. O primeiro deles, sem dúvidas, é o único em que o time entra como um dos favoritos.

Restando dois jogos para o fim da primeira fase do Campeonato Paulista, o time comandado por Fernando Diniz ocupa a liderança do Grupo C da competição, com 18 pontos. Na classificação geral é o terceiro, atrás apenas um ponto de Santo André e Palmeiras, respectivamente.

Fortemente cobrado, sobretudo no início do ano, Diniz tem feito seu time render mais, principalmente nas últimas partidas com o ápice no jogo contra a LDU (EQU) pela segunda rodada da fase de grupos da Libertadores, quando goleou por 3 a 0.

Elenco são paulino salda torcedor no Morumbi. Fator casa é crucial para o time na Libertadores. Foto: Divulgação 
Se a melhor partida foi na competição internacional, a pior, ou a mais marcante sob o aspecto negativo também veio nela. A derrota de virada para o fraquíssimo Binacional (PER) ainda na primeira rodada do torneio foi um verdadeiro banho de água fria para os são paulinos, ainda mais em um início de campeonato onde todos os outros brasileiros venceram e o grupo complicado em que a equipe está.

Passados os pontos baixos, o São Paulo interrompe a temporada (por conta da pandemia de coronavírus), em alta. Boa campanha no Paulista e recuperação na Libertadores, ocupando a segunda colocação no grupo, faz com Diniz e seus comandados resgatem a esperança são paulina de novas glórias. 

Fatores como volta de invencibilidade em clássicos, como há muito não se via, e ter o terceiro melhor ataque da competição estadual, além do protagonismo de Daniel Alves, também contam, e muito, para a tranquilidade no clube.

Daniel Alves, vem sendo o grande protagonista do São Paulo no início de temporada. Foto: Bruno Ulivieri/AGIF. 

O sonho do título estadual após 15 anos passa pela consolidação do bom futebol das últimas partidas somado a capacidade de decisão na fase final, principalmente contra os adversários mais fortes, como Palmeiras, Santos e, eventualmente, o Corinthians. Os mesmos fatores serão primordiais para avançar às oitavas da Libertadores.

Apesar do momento de paz, quando a bola voltar a rolar, a sequência de adversários será bem complicada. Pelo Paulistão, Bragantino e Guarani, que fazem ótimas campanhas e deixam até o momento o Corinthians de fora da segunda fase, serão os dois últimos adversários. Enquanto na Libertadores, o desafio será contra o fortíssimo River Plate (ARG), atual vice campeão do torneio e melhor equipe nos últimos três anos somados.

Fernando Diniz tem a missão de reconduzir o São Paulo aos caminhos dos títulos. Foto: Divulgação. 
Portanto, a preparação (seja como for) para a volta à campo deverá ser muito boa, para que, em três jogos a situação não mude da água para o vinho, como vemos há alguns anos no Morumbi. 




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E aí leitores, leitoras e leitores em quarentena? (dentro do possível) tudo bem com vocês? Por aqui, vai-se indo.

Galera estamos vivenciando uma situação atípica que afeta a todos os setores da nossa vida cotidiana. Entre a  interrupção de campeonatos de futebol à situação de quarentena das pessoas foram poucos dias. A quarentena que iniciou-se na China e, atualmente espalhou-se pela Europa, especialmente na Itália agora chega ao Brasil com força.

Neste momento de quarentena não adianta a gente ir fazer estoques ilimitados pois isso vai fazer faltar para outras pessoas. Compre o necessário para você e sua família e torne o uso restrito - ao invés de comer 2 fatias de pão, coma uma, ao chegar em casa, tire o calçado utilizado e coloque na área de serviço. Não uso o mesmo calçado dentro de casa. Troque a roupa usada na rua por uma muda limpa.

Outra coisa fundamental, que me dei conta faz poucos dias: os dias são de solidariedade e empatia. Coloque-se no lugar do outro, especialmente se o outro for um idoso(a), avise ao vizinho ou familiar idoso que você está à disposição dele (a) para, por exemplo, ir ao supermercado. Abra mão de eventuais divergências clubísticas, políticas e/ou ideológicas e dê um passo em direção àquele vizinho criando uma rede de solidariedade.
Afinal de contas, somos de esquerda e, portanto, humanistas, né?
Eu sou!
E voccês?

Organize-se e organize sua comunidade!

Eu estou fazendo as compras nos pequenos mercados perto da minha casa. Cada um de nós conta com o outro. É isso que importa neste momento.

Até semana que vem.

Saudações,

Ulisses B. dos Santos.

Twitter e Instagram: @prof_colorado.

Sobre a coluna

A coluna Sobre Tudo é publicada todas as terças-feiras.
Olá torcida colorada, bem-vinda a mais um Papo de Torcedor Inter, aqui no Jovens Cronistas, para repercutirmos a goleada do Inter, pela 3ª rodada do returno do Gauchão, perante o São José, na grama sintética do Francisco Noveletto. O time foi praticamente reserva e venceu com tranquilidade pelo placar de 4 a 1, com direito a dois gols de Nonato, em um estádio vazio, devido aos cuidados com o coronavírus. 

Foto: Ricardo Duarte

O Inter foi a campo com Danilo Fernandes; Saravia, Rodrigo Moledo, Zé Gabriel (Pedro Henrique) e Moisés; Rodrigo Lindoso; Nonato, Edenilson (Praxedes) e Patrick; Sarrafiore e Pottker (Thiago Galhardo). TO técnico Eduardo Coudet, mandou um time praticamente reserva a campo, contando apenas com Edenilson dos titulares habituais dos últimos jogos, jogando no 4-1-3-2, com um ataque formado por Sarrafiore e Pottker, sem um centroavante de referência. 

Foto: Ricardo Duarte

Aos sete minutos, Tavares avançou pela esquerda, invadiu a área, chutou forte e Danilo Fernandes defendeu. Aos 12, Edenilson cobrou escanteio da direita e Pottker cabeceou, para defesa de Fabio. Aos 18, em contra-ataque, Patrick avançou pela esquerda e deu passe em profundidade para Pottker, que da entrada da área, chutou de cavadinha, para fora. Aos 34, Edenilson em cobrança de falta, chutou alto no canto direito, marcando o 1 a 0. Como é bom ver Edenilson jogando em grande nível novamente.

Foto: Ricardo Duarte

Aos 38, após troca de passes, Moisés fez cruzamento rasteiro da esquerda e Nonato chutou no lato, marcando o 2 a 0. Aos 45, Pottker fez cruzamento da direita e Sarrafiore cabeceou para fora. Assim a partida foi para o intervalo, com uma boa vantagem do Inter de 2 a 0. 

Foto: Ricardo Duarte

No segundo tempo, aos cinco minutos, Sarrafiore em cobrança de falta, chutou sobre o gol. Aos 11, Tavares cobrou falta da direita e Danilo defendeu. Aos 22, Gustavo Xuxa chutou da intermediária e Danilo defendeu. Aos 23, Thayllon recebeu a bola pela esquerda, invadiu a área e chutou para fora. Aos 30, Patrick tocou em profundidade na esquerda para Thiago Galhardo, que da entrada da área, rolou no meio para Nonato, que chutou marcando seu segundo gol na partida e ampliando o placar para 3 a 0.

Foto: Ricardo Duarte

Aos 36, Nonato invadiu a área e foi derrubado por Marcão, sendo marcada a penalidade. Thiago Galhardo foi para a cobrança e chutou forte e rasante, no meio do gol, ampliando para 4 a 0 para o Inter. Aos 41, Alexandre quase marcou um gol do meio-campo, mas Danilo conseguiu evitar o gol.

Imagem de transmissão da partida

Aos 42, o São José chegou a marcar com Tavares, mas o jogador estava em impedimento. Mas aos 45, Alexandre cobrou falta da direita, a bola bateu na trave, depois em Danilo Fernandes e sobrou para Matheusinho, que cruzou e Rafael Goiano desviou para o gol, marcando o gol do São José, terminando assim a partida em 4 a 1 para o Inter.

Foto: Ricardo Duarte

Eduardo Coudet assim, mesmo com um time quase que reserva, mantém o padrão de jogo do time e vence com tranquilidade, mantendo-se invicto na temporada 2020, como visitante, em todas as competições. Mesmo com a equipe reserva, mantém-se o mesmo desenho de time, no 4-1-3-2, o que assim qualifica o grupo a ter opções que entrem no time titular e que não precisam mudar o desenho tático do time.

Muito bom ver Nonato se qualificando na função de meia central, pois ele começou completamente perdido na função, no inicio da temporada, perdendo espaço no elenco. Ontem mostrou que ele vai se acertando e espero que possa assim se tornar uma boa opção para a longa temporada. 

Com a vitoria o Inter chegou aos 7 pontos e lidera com tranquilidade o Grupo A. Na próxima rodada, ainda sem data definida, o Inter terá o Grenal 425, no Beira-Rio. Agora possivelmente teremos uma pausa justa no calendário, devido ao coronavírus, por duas semanas inicialmente e o futebol no Brasil, acredito que retorne a ter partidas somente em abril. Para o Inter de Coudet é uma lástima, pois o time vinha evoluindo jogo a jogo, mas claro que a saúde de todos é muito mais importante do que o futebol.



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Novo campo de batalha, as redes sociais estão se consolidando como front importante para projetos de mídia independente que carregam como princípio a transmissão de informações com clareza e senso de denúncia de que as coisas não estão “correndo pelo certo”. 



O perfil no Instagram do Movimento Jovem Democrata – MJD (siga: https://www.instagram.com/mjd_brasil/), administrado por Jonatas Barbosa, convidado deste Clube da Esquerda, é um importante exemplo de iniciativa nesse contexto de luta comunicacional dos últimos anos.
Mídia e os assuntos políticos deste domingo são alguns dos temas desta edição apresentada por Claudio Porto. 




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Foto: Ag. Estado


Palestrinos de todo o Brasil, em meio a essa epidemia mundial o Palmeiras foi mesmo assim a campo em Limeira, com torcida na arquibancada enfrentar a Inter. Digo isso, pois foram as imagens que vi na transmissão, e isso me fez crer que ele foi até Limeira. Afinal, que jogo tedioso por parte do nosso time. Serei menos prolixo nessa resenha pós jogo que o habitual:  O Palmeiras não está funcionando!

Muita coisa nesse time não me agrada. Muita coisa me faz discordar de Vanderlei, até respeito suas ideias, até lhe dou tempo mas uma hora as coisas precisam evoluir e nesse tom não me parece estar evoluindo.

Esse 4-4-2 me deixa confuso. Não sou técnico, apenas um apaixonado por futebol mas não consigo entender como Dudu centralizado é mais útil do que na posição em que ele é craque no Brasil a ponto de merecer convocação em determinadas circunstâncias.

Um meio de volantes como Bruno Henrique e Ramirez me deixa sem entender como essa bola chegará aos nossos atacantes, já que são dois volantes cujo não carregam a bola e isso deixa um espaço absurdo no meio. Nosso meio simplesmente não funciona. No segundo tempo mudamos de meio campo e mesmo achando mais ideal, também não funcionamos.

Criamos chances mas em erros do adversário, não em criação nossa. E falando em criar chance, tá faltando treinar finalização nesse time. Rony foi o melhor em campo, porém sua ansiedade em marcar parece estar o atrapalhando. E nem estou "passando pano" para nosso ponta direito, ser o melhor em campo no nível da atuação de sábado não é algo muito a se comemorar.

Nosso time não conseguiu marcar gol na Inter de Limeira com 1 a mais em campo pelo segundo tempo inteiro. Isso é anormal, estamos em pleno março regredindo. Luxa não parece estar buscando soluções, ele está convicto que nosso melhor ponta é melhor centralizado e que nosso meio sem condução alguma deve ser o meio titular.

Em Paulista isso não é problema, mas seremos muito punidos em Libertadores, Copa do Brasil e Brasileirão dessa maneira, não há dúvidas. Agora temos a missão de derrotar o em crise Corinthians (se o campeonato não parar), se não, o desgosto com esses últimos 15 dias só aumentará.



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A provocação da TV Jovens Cronistas não se restringe à notícia da morte do ex-ministro do (des)governo Bolsonaro Gustavo Bebianno, oficialmente por “ataque cardíaco fulminante”. A quem interessa a última semana de alta volatilidade nos mercados, supostamente por conta do insucesso nas negociações entre Rússia e Arábia Saudita e da proliferação de casos do novo coronavírus? A quem interessa o pânico mundial com o próprio coronavírus?


A quem interessa esta edição do Redação JC? Neste programa com Adriano Garcia, Claudio Porto e Pedro Araujo, algumas possibilidades de respostas a tal pergunta.



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Olá torcida colorada, bem-vinda a mais um Papo de Torcedor Inter, aqui no Jovens Cronistas, para repercutirmos o Grenal 424, pela 2ª rodada do Grupo E da Libertadores. Jogando na Arena OAS, o time do Inter jogou com postura ofensiva e dominou as ações no 1° tempo. No 2° tempo o jogo foi equilibrado, o Inter chutou duas bolas na trave, com Edenilson e Boschilia. Depois infelizmente tivemos uma grande confusão na partida, com 8 expulsões e depois disso o Grêmio teve duas boas oportunidades na partida, mas o 0 a 0 foi o resultado.

Foto: Ricardo Duarte

O Inter foi a campo com Marcelo Lomba; Rodinei, Bruno Fuchs, Cuesta e Uendel (Moisés); Musto; Marcos Guilherme, Edenilson e Boschilia; Thiago Galhardo (D'Alessandro) e Guerrero (Rodrigo Lindoso). O técnico Eduardo Coudet, mandou a mesma equipe a campo que venceu a Universidad Católica na 1ª rodada, mostrando que este será seu modelo de jogo para a temporada, com um time veloz e com imposição de jogo, jogando onde estiver, no 4-1-3-2.

Foto: Ricardo Duarte

No primeiro tempo, aos 3 minutos, Alisson cobrou escanteio da direita, Diego Souza cabeceou e Marcelo Lomba defendeu. Aos 12, Edenilson chutou da intermediária e Vanderlei defendeu. Aos 32, o Inter teve a melhor chance do 1° tempo, Guerrero, tocou na esquerda para Boschilia, que avançou com bola, invadiu a área e chutou de cavadinha, para fora. Aos 42, Marcos Guilherme avançou em contra-ataque pela esquerda e tocou para Boschilia, que de frente para o gol, acabou desarmado por Maicon, na hora da finalização.

Foto: Ricardo Duarte

No segundo tempo, aos 15 minutos, Guerrero chegou a marcar, após passe de Edenilson, mas estava impedido. Aos 18, Jean Pyerre chutou da intermediária e Marcelo Lomba defendeu. Aos 23, Edenilson chutou da intermediária e a bola bateu na trave. Aos 25, Pepê fez grande jogada, invadiu a área e chutou fraco, para defesa de Marcelo Lomba. Aos 34, Guerrero tocou na direita para Boschilia, que invadiu a área e chutou a bola na trave, a 2ª do Inter na partida. Aos 38, Bruno Fuchs errou na saída de bola e deu a bola nos pés de Everton, que avançou em velocidade e tocou para Luciano, que saiu na cara do gol, mas chutou para fora. 

Tudo seguia nesta grande partida, até que aos 40 minutos, Moisés cometeu uma falta em Pepê, que quis ir para cima do jogador colorado, depois Luciano chegou empurrando Moisés e Edenilson pegou-o do pescoço e aí começou toda uma confusão, que fez com que tivéssemos expulsos inicialmente, estes 4 jogadores. Sendo Edenilson e Moisés pelo lado do Inter e Pepê e Luciano pelo Grêmio.

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Foto: Edaurdo Deconto / Globoesporte.com

Mas quando pensava-se que tudo ia acalmar, Paulo Miranda e Caio Henrique, surtaram e resolveram continuar a confusão e aí a pancadaria foi generalizada, tendo assim estes dois jogadores expulsos, assim como Cuesta, que para mim foi expulso injustamente, pois quem dá o encontrão em Caio Henrique é Sarrafiore e Praxades pelo lado do Inter. Assim tivemos um total de 8 expulsos.

Com 8 jogadores para cada equipe em campo, depois de 12 minutos de paralisação, pois 2 dos 8 expulsos estavam no banco de reservas, o Grêmio quase abriu o placar em duas oportunidades. Aos 54, Geromel chutou da intermediária, sobre o gol e aos 59, Victor Ferraz tocou para Lucas Silva, que chutou e a bola bateu no travessão e o 0 a 0 foi o resultado.

Foto: Ricardo Duarte

Eduardo Coudet mostrou coragem, bem diferente de uma serie de treinadores anteriores do Internacional e jogou ofensivamente, em plena Arena OAS e mostrou que o time do Inter tem condições sim, de jogar de igual para igual contra qualquer adversário, independentemente do local. O Inter teve as melhores oportunidades e uma pena termos as duas bolas a terem batido na trave.

Boschilia teve as duas grandes oportunidades da partida, uma em cada etapa e uma pena não ter convertido ao menos uma destas chances em gol. Na do primeiro tempo, se ele toca para Guerrero, a chance de gol seria enorme e na segunda, faltou sorte, pois a bola beijou caprichosamente a trave. 

O Inter dominou a partida no 1° tempo e no 2° tempo o jogo foi equilibrado, pois o Grêmio melhorou após as alterações, mas as chances foram dos dois times. O Inter só acabou sofrendo, após a serie de expulsões, muito por boa parte do sistema defensivo do Inter, ter sido expulso da partida. Pelas circunstâncias, o 0 a 0 acabou justo. Mas foi bom ver o Inter ser protagonista da maior parte da partida. 

Sobre as expulsões, o prejuízo para o Inter é enorme, pois perdemos dois jogadores do sistema defensivo, Cuesta e Moisés e Edenilson, que é motor do time e voltou a ter boas atuações, jogando centralizado e com liberdade no 4-1-3-2. Coudet agora terá tempo para repensar o time para a próxima partida, pois ainda temos mais dois desfalques por 3 cartões amarelos, que serão Musto e Marcos Guilherme. 

Com o empate o Inter chega a 4 pontos e lidera o Grupo E. Na próxima rodada, ainda sem data definida, pois a Libertadores esta paralisada, devido ao coronavírus, o Inter enfrentará o América de Cali no Beira-Rio. Pelo Campeonato Gaúcho, o Inter enfrenta no domingo (15), o São José na grama sintética do estádio Francisco Noveletto. Deveremos ir a campo com força máxima, com os jogadores que estiverem em plenas condições, e a partida ocorrerá sem torcida, devido também ao coronavírus. Para encerrar, mais uma vez, como é bom ver o time do Inter jogar um bom futebol, com postura ofensiva, propondo o jogo, independentemente do local da partida.



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