De novo. A crise da vez que envolve Judiciário, Legislativo e Executivo nas pessoas do ministro Luís Roberto Barroso, do senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG) e do presidente Bolsonaro começou quando mal havia se encerrado o julgamento no STF que discutiu a liberação de reuniões religiosas presenciais (cultos, missas, entre outras) no pior momento da pandemia. O imbróglio, também da vez, é a determinação de Barroso para o Senado instalar uma Comissão Parlamentar de Inquérito – CPI sobre a condução do (des)governo federal no enfrentamento à ao novo coronavírus.

Os senadores que apoiam a iniciativa não conseguiram estabelecer articulação política mínima para a criação da CPI e, como de costume, recorreram ao STF, que não se constrangeu em realizar mais uma clara interferência nos outros poderes (está longe de ser uma prerrogativa de ministro do STF analisar se há ou não objeto para a instalação de colegiado de parlamentares para investigar o Executivo).


A CPI da Covid-19 no Senado, com seus desdobramentos (talvez também com prazo de validade determinado), é o destaque central deste Redação JC​.

São temas centrais da conversa desta semana do Bate Papo Cultural​ história, política e futebol, com o historiador Raul Pons.

Com apresentação do cronista Ulisses Santos, editor de Política no RS, o Bate Papo Cultural​​ é transmitido toda sexta-feira, às 20h, sempre com uma conversa sobre política, sociedade, música, artes, cinema e literatura.

 Ainda que tenha passado menos de um mês desde a sanção da Lei que estabelece as regras para a aquisição de vacinas contra a Covid-19 pela iniciativa privada, o Congresso voltou a discutir nesta semana outro PL com o mesmo objetivo, embora, com menos contrapartidas em relação ao repasse obrigatório dos imunizantes em todas as fases do Programa Nacional de Imunizações, o PNI do SUS (quantidade total enquanto estiver em andamento a vacinação dos grupos prioritários e metade do que for comprado no restante da campanha). Na Câmara o PL 948/21, do deputado Hildo Rocha (MDB-MA), foi aprovado em plenário, garantindo aos entes privados, com condições para tanto, comprar vacinas e realizar campanha de vacinação entre seus colaboradores, desde que seja doado o mesmo tanto ao ministério da Saúde. Em outras palavras, está se regulamentando via Congresso o “fura-fila” da vacinação no Brasil.

Os cronistas analisam ainda a "Infra Week", o julgamento no STF contra a realização de cultos, missas e outras reuniões religiosas presenciais durante a fase mais aguda da pandemia do novo coronavírus, e a repercussão do jantar do presidente Bolsonaro com empresários em São Paulo. 


De segunda a sexta, sempre na faixa das 21h, o JC Informa​​ é o seu ponto de encontro com os cronistas do JC e as principais manchetes do dia. Neste espaço, os destaques dão o tom da conversa comandada pelo cronista Pedro Araujo, editor de Política no Recife, com a participação, em rodízio diário, de Claudio Porto e Adriano Garcia, ambos editores de Política em São Paulo, e Ulisses Santos, editor em Porto Alegre.

As diferenças entre o modo de viver desenvolvido na China ao longo de sua história e o Ocidente, de modo geral, ocorrem em situações das mais diversas. Por exemplo, cite-se o uso do sobrenome na frente do nome, ao contrário do restante dos outros países, refletindo a importância da família; a escrita não alfabética e no sentido da direita para a esquerda; o uso de roupas brancas em funerais em vez de pretas (a morte como algo não problemático e como parte de uma inevitável ordem harmônica em vez de ser algo decorrente de um castigo divino); o costume de bebidas quentes nas refeições, o chá, em vez de bebidas frias; a preferência pela matemática algébrica mais do que a geométrica; a contagem cíclica do tempo, em que cada dinastia iniciava uma nova contagem de ano, diverso da adoção linear ocidental; a ausência de qualquer equivalente linguístico real para a palavra religião, ao contrário do Ocidente; a base no pensamento holístico, em que o ser humano não somente é parte inseparável do todo, mas também é uma miniatura do todo, em vez do pensamento segmentado, tão comum no Ocidente, em que há uma busca incessante pelo indivisível e consequentes classificações próprias, autônomas e incomunicáveis, etc.

Como começar a compreender uma cultura tão diferente da nossa? O objetivo deste programa é facilitar essa compreensão.
  

Todo mês, Leandro Ferrari, do perfil Cultura Chinesa​ no Insta (siga: https://bit.ly/3rWpkYO​), aborda um tema que vai muito Além do Eurocêntrico​.

 Olá torcida colorada, bem-vinda a mais um Papo de Torcedor Inter, aqui no Jovens Cronistas, para repercutirmos a derrota colorada no Grenal 430, de uma forma que já estamos habituados, com a falha de nosso lateral direito na marcação, seja ele qual for e com o atacante adversário finalizando. Desta vez os personagens foram Heitor e Léo Chu.

O Inter foi a campo com Marcelo Lomba, Rodinei (Heitor), Lucas Ribeiro, Cuesta e Moisés; Rodrigo Dourado, Edenilson, Praxedes (Nonato), Maurício (Caio Vidal), Patrick (Palácios) e Yuri Alberto (Guerrero), jogando no 4-3-3, com jogo posicional, tendo como novidade Maurício como o extrema pela direita.

No primeiro tempo, o Inter esteve com a posse de bola, conforme já esperado neste modelo de jogo e parecia estra jogando em seus domínios, contra um adversário que só especulava jogar nos contra-ataques. Cada equipe teve uma boa oportunidade o Grêmio aos 36 minutos, com um chute de Alisson e o Inter com Praxedes, ao 45, onde poderia ter rolado para Yuri Alberto, mas chutou fraco, para defesa de Brenno.

No segundo tempo, aos 14 minutos, o Inter teve a grande chance de abrir o placar em uma arrancada do zagueiro Lucas Ribeiro, que invadiu a área, mas acabou chutando para fora. O Grêmio quase marcou o 1 a 0 com Ferreira, que passou como quis por Rodinei, aos 22, mas chutou para fora. Aos 38, Lucas Silva chutou e Moisés salvou sobre a linha.

Aos 43, Brenno deu um chutão para o campo de ataque, Ricardinho ganhou a disputa de bola com Cuesta, que ficou pregado no chão e tocou para Léo Pereira, que avançou pelo meio e tocou na esquerda para Léo Chú, que dominou, cortou a marcação a distância de Heitor e acertou lindo chute para dar a vitória ao Grêmio.

Miguel Àngel Ramírez (MÁR), mandou a campo pela primeira vez, após os testes o time que acha ideal e acabou tendo sua proposta de jogo esperada, mas que acabou prejudicada, pela falta de qualidades dos jogadores, que seja pela incapacidade de leitura de jogo, quer pelo erro nas decisões e por não finalizarem.

Uma coisa que é muito perceptível é a falta de confiança dos jogadores, pois excessivamente rodam a bola pelo sistema defensivo, sem muita vontade de partir para o ataque. Fora as vezes que a bola já está no campo ofensivo e realizam um recuo sem necessidade para Marcelo Lomba, travando ações de ataque.

O time precisa melhorar e muito a velocidade na saída de jogo, esse tem sido um dos problemas do time neste início de temporada. O jogo posicional precisa de maior velocidade, pois com a lentidão que saímos do campo de defesa, permite que todo e qualquer adversário faça um boa retranca e especule jogar por uma bola, como vimos nos dois últimos jogos, contra São José e Grêmio.

Me preocupa o sistema ofensivo do Inter não conseguir grande número de finalizações, contra a dupla de zaga reserva do rival. Está faltando uma premissa básica do jogo posicional, que são as triangulações, que devem ocorrer entre os trios Rodinei/Edenilson/Maurício e Moisés/Praxedes/Patrick, isso pegando os trios que começaram a partida, mas isto para mim se deve a má qualidade de nossos laterais, que não conseguem, cumprir suas funções.

O que mais me irrita é o Inter perder mais um clássico, da mesma forma, como já perdeu muitos dos últimos, em uma fórmula mais que batida que é a de o atacante de extrema esquerda do rival, seja ele quem for, desde Everton, Pepê, Ferreira e Léo Chú, levar vantagem sobre o lateral direito, Rodinei ou Heitor, que assiste ao adversário fazer a jogada para finalizar ou dar assistência a um gol. Parece que eles não podem fazer uma marcação mais próxima.

Com a derrota o Inter caiu para a 2ª colocação com 17 pontos. Na próxima rodada o Inter visita o Aimoré no Cristo Rei, em data ainda a ser definida pela Federação Gaúcha. O Inter terá duas semanas provavelmente para ajustar o time e assim MÁR poderá tentar dar sua cara ao time, pois a primeira impressão em um jogo grande, assustou a alguns, não a este cronista que sabe que a mecânica de jogo, só virá com o tempo e a repetição e exaustão nos treinos.