Olá torcida colorada, bem-vinda a mais um Papo de Torcedor Inter, aqui no Jovens Cronistas, para repercutirmos a derrota vexatória do Inter, perante o Deportivo Táchira, por 2 a 1, pela 4ª rodada da Libertadores. No Pueblo Nuevo o Inter até saiu na frente no placar, mas acabou tomando a virada e assim se complica em um grupo fácil da Libertadores.

O Inter no primeiro tempo, até criou algumas oportunidades, com Yuri Alberto, Thiago Galhardo e Taison, mas a preguiça de parte do time era notória, parecendo que alguns jogadores, já estavam mais preocupados com o Grenal 431, de que com o jogo da Libertadores. Mas a grande chance do 1º tempo foi do Táchira, em que Gondola, ganhou de Zé Gabriel na velocidade e só não abriu o placar por falta de qualidade, pois invadiu a área e saiu na cara do gol e chutou para fora, aos 18 minutos.

No segundo tempo, logo aos cinco minutos, o Granados, arrancou a camiseta de Cuesta dentro da área e foi marcada a penalidade. Na cobrança, Thiago Galhardo chutou praticamente no meio do gol e marcou o 1 a 0, dando a impressão que o Inter encaminharia a classificação na Libertadores, mas foi um grande engano.

O time começou a recuar e parecendo estar satisfeito com o 1 a 0. Aos 18, Covea recebeu na área e chutou, Marcelo Lomba defendeu parcialmente e no rebote, Góndola chutou e Cuesta e a trave salvaram o Inter, na sobra, Góndola chutou novamente e Rodrigo Dourado salvou em cima da linha, evitando o empate. Aos 21,Cova chutou de dentro da área e Lomba ia tomando o gol, mas conseguiu segurar a bola, sobre a linha.

De tanto insistir o Táchira chegou ao empate aos 31 minutos, após boa jogada de Nelson Hernández, em que ele passou por Moisés, que desistiu da jogada, pois parecia que havia comido uma feijoada, tamanha displicência na partida. Hernández invadiu a área tentou um cruzamento e recebeu um passe açucarado de Zé Gabriel, que tentou cortar, a bola ainda deu um leve desvio em Cuesta e foi para o atacante que saiu na cara do gol, marcando o 1 a 1.

Aos 38, tivemos um lance bisonho de apatia entre Marcelo Lomba e Edenilson no famoso deixa que eu deixo e assim o goleiro acabou cometendo a penalidade, ao derrubar Angarita na indecisão da defesa. Na cobrança, Cova chutou e deu a vitória ao Deportivo Táchira.

Miguel Ángel Ramírez, resolveu preservar jogadores, pelo acúmulo de jogos, na Libertadores, confesso que para mim é uma decisão errada, eu teria então preservado no "Charmoso" Gauchão, e ido com força máxima na competição mais importante que é a Libertadores. Assim o Inter vai se complicando em um grupo muito fácil e conseguiu a proeza de perder para os times mais fracos da chave, jogando longe do Beira-Rio. Agora vai ter acabar sendo na melhor das hipóteses, um dos piores primeiros colocados, o que nos faz ter que decidir fora de casam em fases seguintes.

Para mim as mexidas de MÁR também foram incompreensíveis, tanto da formação inicial, quanto das entradas. Taison tem que jogar os 90 minutos, afinal ele nem está inscrito no Gauchão e tem uma semana para descansar. Tivemos jogadores que entraram dormindo em campo e que permitiram a virada, para o glorioso Deportivo Táchira, que não vencia um time brasileiro na Libertadores desde 2005, o Santo André. 

Me incomodou a apatia do time, que parece sofrer desse problema em ditos jogos menores, antes de jogos maiores, neste caso foi ser displicente contra o Táchira, antes do Grenal e o exemplo mais recente foi perder para o Sport Recife, já pensando nos jogos contra Vasco e Flamengo, na reta final do Brasileirão do ano passado. Este grupo de jogadores, tem que saber viver o jogo a jogo, sem especular futuros confrontos. Foi nítido que teve jogador, em campo, já pensando no Grenal 431, esquecendo de jogar pela Libertadores. 

Com a derrota o Inter permanece com 6 pontos, ainda temporariamente na liderança do Grupo B, mas ainda faltam jogar pela rodada Always Ready e Olímpia, que se enfrentam na quinta-feira (13). De momento, Inter, Always Ready e Deportivo Táchira tem 6 pontos e o Olímpia 3. O grupo teoricamente fácil, se tornou difícil pela apatia do time, nos jogos fora de casa. Pelo jeito parece que alguns jogadores querem jogar Grenais pela Sul-americana, tamanha a falta de esforço nos jogos da Libertadores.

Na próxima rodada o Inter visita o Olímpia no Defensores del Chaco, na quinta-feira (20), onde vencer é fundamental, para que não tenhamos uma última rodada desesperadora. Mas antes, no domingo (16), o Inter começa a decidir o Campeonato Gaúcho, no Grenal 431, no Beira-Rio. Espero que o time tenha brio e faça uma grande exibição, para apagar essa imagem vergonhosa do jogo contra o Táchira, pois a grande questão é que se esta apatia do time, se espalhar para a torcida, a temporada de 2021 do Inter será bem preocupante. 



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 Olá torcida colorada, bem-vinda a mais um Papo de Torcedor Inter, aqui no Jovens Cronistas, para repercutir as duas grandes vitórias no Beira-Rio, sobre Olímpia pela Libertadores e Juventude pelo Campeonato Gaúcho. O Inter aplicou duas goleadas, pelos placares de 6 a 1 e 4 a 1 e assim mostra que realmente um bom gramado, faz toda a diferença, para o modelo de jogo do time.

Na quarta-feira (5), o Inter recebeu o Olímpia em partida pela 3ª rodada da Libertadores, na reestreia de Taison e venceu com autoridade, pelo placar de 6 a 1, aplicando a maior vitória colorada em uma Libertadores e assim assumiu a liderança do Grupo B, com seis pontos. 

Aos 28 minutos, Rodinei cobrou escanteio da direita e Cuesta cabeceou para marcar o 1 a 0. Importante este gol para Cuesta, para lhe dar ainda mais confiança no sistema defensivo e sobre Rodinei, vai se despedindo do time com boas atuações, mas com o retorno de Saravia, nem sentiremos tanta falta assim dele.

No segundo tempo, logo aos cinco minutos, Mauricio tentou passe para Moisés dentro da área e a bola bateu na mão de Benitéz e foi marcada a penalidade. Edenilson foi para a cobrança e chutou com muita calma, para marcar o 2 a 0.

Aos 18, Taison tocou da esquerda para Thiago Galhardo, que fez o corta-luz e a bola foi para Marcos Guilherme, que chutou, Olivera espalmou e no rebote, Thiago Galhardo chutou para marcar o 3 a 0. Importante ver Marcos Guilherme ter atuação importante, a torcida precisa parar de ficar pegando no pé dele, não fez uma partida de excelência, mas é um operário em campo, contribuindo para o esquema tático.

Aos 25, Praxedes deu belo passe em profundidade para Thaigo Galhardo, que chutou por cobertura, marcando um dos belos gols da noite, chegando o Inter aos 4 a 0. Importante ver Galhardo marcar gols e bom ver Praxedes entrar e dar assistência também.

Aos 31 minutos, Marcos Guilherme avançou em velocidade pela direita e tocou para Yuri Alberto, que chutou para marcar o 5 a 0 para o Inter. Yuri Alberto tem seguido sua sequência de gols, mesmo não sendo titular, é um nome que poderá ser de suma importância na temporada.

Aos 34, tivemos o mais belo gol da noite. Saravia fez cruzamento da direita, a defesa do Olímpia afastou de cabeça e Caio Vidal emendou uma bonita bicicleta para marcar um retumbante 6 a 0 para o Inter. Como é bom ver Saravia de volta a campo e Caio Vidal marcando um gol belíssimo.

Aos 38, Rodrigo Dourado derrubou Otálvaro na área e foi marcada a penalidade. Derlis González foi para a cobrança e marcou o gol de honra do Olímpia, fechando o placar em 6 a 1.

Muito importante o Inter vencer com autoridade na Libertadores. Miguel Ángel Ramírez mostrou que com um gramado em condições, o time vai encontrando sua forma de jogar. Taison é um acréscimo e tanto ao time e ele com sua velocidade traz outra ritmo de jogo a equipe. Tomara que nossas atuações na Libertadores sejam deste nível para mais.

No sábado (8), o Inter recebeu o Juventude e buscava reverter a vantagem do rival, que havia vencido o jogo de ida, por 1 a 0, no potreiro da Montanha dos Vinhedos em Bento Gonçalves. Mais uma vez o gramado fez a diferença e o Inter voltou a vencer com autoridade, desta vez por 4 a 1. 

Aos 42 minutos, após escanteio do Juventude, o Inter saiu em contra-ataque fulminante e Yuri Alberto tocou para Thiago Galhardo que devolveu na entrada da área, para Yuri Alberto chutar e marcar o 1 a 0, mostrando que é sim possível termos os dois atacantes em campo.

Aos 45, Edenilson aproveitou o erro na saída de bola do Juventude, invadiu a área pela direita e cruzou rasteiro para Mauricio, que chutou para marcar o 2 a 0. Assim o Inter nos primeiros 45 minutos, já havia revertido a vantagem do Juventude. Muito importante ver Mauricio também fazer boa partida pelo Inter.

No segundo tempo, aos 12 minutos, Marcelo Carné derrubou Yuri Alberto dentro da área e foi marcada a penalidade. Edenilson foi para a cobrança e com muita frieza chutou para marcar o 3 a 0. Assim Edenilson acerta mais uma penalidade e Carné que foi salvo na semana passada na penalidade em Palácios, desta vez foi punido corretamente.

Aos 19, Cuesta deu um carrinho e derrubou Paulo Henrique na área e foi marcada a penalidade. Matheus Peixoto foi para a cobrança e marcou o gol de honra do Juventude, onde Marcelo Lomba nem se esforçou para defender a penalidade.

Aos 33, Nonato deu passe na esquerda para Caio Vidal, que invadiu a área e chutou cruzado, Marcelo Carné espalmou e Rodinei cabeceou para fechar o placar em 4 a 1 para o Inter, que assim avança a decisão do Gauchão.

Importante chegar a decisão estadual e agora teremos dois clássicos Grenal, nos próximos dois domingos, dias 11 e 18. Com o primeiro jogo no Beira-Rio e o segundo na Arena. O Inter assim aplica mais uma goleada na competição e chega sem sustos.

Hoje (11), às 19:15, o Inter volta a campo pela Libertadores, contra o Deportivo Táchira, pela 4ª rodada da Libertadores. Com uma vitória o time encaminha a classificação a próxima fase. No domingo (16) teremos o Grenal 431, no Beira-Rio, onde a obrigação é vencer, para encaminharmos o título do estadual. Não é a competição mais importante do ano, mas vale a pena sim, vencê-la.



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Resistir. Tá aí um verbo que diz muito sobre os setores realmente identificados com as demandas populares no Brasil dos (des)governos. A resistência incorporada como comportamento contra os desmandos que prejudicam muitos enquanto beneficiam alguns poucos (cada vez mais poucos).

André Luiz dos Reis, historiador do Nova Resistência NR​,  é o convidado deste Clube da Esquerda​, com os cronistas Adriano Garcia e Claudio Porto. Na conversa, tudo sobre o movimento e também a análise da conjuntura nacional.


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Em poucos dias o noticiário brasileiro repercutiu a aprovação na Câmara dos Deputados de um projeto de lei para revogar a Lei de Segurança Nacional – LSN; as mudanças de cima para baixo na comissão que trata da contrarreforma tributária; e os primeiros episódios da série “CPI” no Senado. No meio tempo, tragédias: garoto com facão mata três crianças e dois adultos em uma creche no interior de Santa Catarina e uma operação policial no Rio de Janeiro responsável por números de chacina: 25 pessoas mortas, dentre elas um policial civil.

Este Redação JC​ analisa estes e outros assuntos, sempre com participação espontânea do chat, além da estreia do quadro Você no Redação JC​, com a participação de membros do canal AO VIVO no estúdio conversando com os cronistas do projeto.


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Imagem: Fabiano Rocha/Agência O Globo


Nesta quinta (6), uma operação das Polícias Civil e Militar resultou na maior chacina da história do RJ. A ação que, a princípio, visava reprimir o tráfico de drogas no local se transformou em uma cruzada revanchista após a morte de um policial durante o confronto. Os demais agentes que participavam da incursão ficaram totalmente descontrolados e passaram a atirar em tudo que estivesse ou não ao alcance da vista. O saldo da barbárie foram o confisco de celulares de moradores, residências invadidas, pessoas baleadas dentro de casa e de um vagão do metrô localizado próximo à favela e mais vinte e oito mortos. Tamanha atrocidade é sintomática de duas características peculiares das forças de segurança do RJ. 

A primeira é essa estratégia policial, calcada na lógica do confronto, que só é utilizada no território fluminense e, única e exclusivamente, para favorecer diversos negócios criminosos que locupletam muitos policiais do estado. Para se ter ideia da especificidade da estratégia das forças de segurança do RJ, esse tipo de ação policial sequer é aplicado em SP, por exemplo. O fato é que essas rotineiras operações policiais só existem no RJ para assegurar a necessidade da presença de armamento pesado nas favelas dado que ela é, em grande medida, garantida por meio de desvios e fornecimentos oriundos das próprias forças de segurança.

Já a segunda advém do modelo miliciano que hegemoniza as forças de segurança do estado. Afinal, essa lógica de dominação calcada em armamento pesado provoca ainda uma corrida armamentista entre grupos rivais, que mantém o mercado de armas e munições sempre aquecido e, ao mesmo tempo, constantes conflitos e mortes em um processo autodestrutivo entre diferentes facções criminosas para fragilizá-las e facilitar o domínio da polícia. Essa fragilização das facções e dominação policial possibilita a cobrança de arregos ou a pavimentação do caminho para a entrega do controle das favelas a milicianos que são oriundos, em grande proporção, dos quadros das próprias forças de segurança, ou seja, a polícia fatura com a guerra em ambos os casos. Outro dado importante desse processo de “milicianização” das forças de segurança do RJ é expressado na conduta que tornou a operação de hoje uma cruzada revanchista. Não é novidade pra ninguém que as polícias do RJ vêm deixando há tempos de atuar, até mesmo, como parte de um mero dispositivo de manutenção da ordem social. Atualmente tenho, inclusive, cá minhas dúvidas se ainda faz sentido chamá-las de instituições de segurança pública. Como se pôde mais uma vez constatar, tais corporações que possuem função social atuam mais em função das próprias corporações dado que dedicam grande parte de suas atividades e utilizam-se do poder bélico e aparatos de repressão estatal não só para garantir o amplo domínio de favelas como também para vingar os seus. Estimulados pelo poder público, esse teatro da guerra cotidiana, além de fomentar corporações e batalhas que se tornam cada vez mais privadas e particulares, gera um eterno looping de vinganças e retaliações.

Um círculo vicioso que ficou mais longe de ser interrompido após grandes entusiastas e operadores da lógica do confronto, da guerra aos pobres e do modelo miliciano chegarem ao centro do poder e das grandes decisões do estado e do país.



Texto por Luan Toja, Insta e Twitter: @luantoja




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