Em mais um Pitacos do Garcia, Adriano Garcia fala de mais um crime de responsabilidade de Bolsonaro, que age com a certeza da impunidade, seja pelo acovardamento das instituições, seja pela conveniência de parte delas e também se cercando de Militares a seu lado para sentir-se mais seguro e com isso agir como fosse inimputável.



Somente a queda de Bolsonaro não alteraria a conjuntura social e política para melhor, longe disso. Mas devemos seguir aceitando o presidente fazer o que quer como se para ele não existisse lei?




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As eleições para os 290 assentos do parlamento do Irã aconteceram ao longo desta sexta-feira 21/02. Segundo o aiatolá Ali Khamenei, a participação na eleição é um “dever religioso” e que “a eleição garante os interesses nacionais do país, e quem estiver interessado nos interesses nacionais do país deve participar da eleição". As afirmações foram dadas em um contexto de convocação para boicote ao pleito por parte de movimentos de oposição à Revolução Islâmica de 1979.



Depois de passar pelo “filtro” do Conselho dos Guardiães do Irã, foi permitida a participação de um total de 7.148 candidatos, incluindo dezenas de iranianos de minorias religiosas, em busca dos mais de 57 milhões de votos. Assista ao JC Internacional com Claudio Porto.




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No Pitacos do Garcia, Adriano Garcia fala sobre a crise no Ceará que teve como cume o tiro que atingiu o Senador Cid Gomes, que avançou com uma retroescavadeira contra policiais amotinados. 


Grande parte da opinião pública, inclusive no campo da esquerda, focou na (inegável) intempestividade de Cid, marca característica da família. Mas se esqueceram, uns por ingenuidade e falta de apuração, outros de forma proposital, de analisar a conjuntura atual no estado e em Sobral onde ocorreu o fato. O motim, liderado por um político bolsonarista e que teve atos de violência contra moradores e comerciantes, além de danos ao patrimônio público, no intuito de impedir aqueles que queriam trabalhar, chegou em um ponto culminante. Desde o começo dos movimentos de insurreição, que tinham como pretexto a luta salarial, o governo local se dispôs a negociar sem êxito, deixando claro que nunca foi uma questão salarial, com isso refutando o argumento das esquerdas mais ao extremo, que sem analisar o conceito, compararam o caso a uma simples luta salarial de uma categoria. O episódio em Sobral revela um grave risco para o país, o da milicianização das polícias.




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Como era de se esperar em um contexto de golpe de Estado, o Tribunal Supremo Eleitoral da Bolívia, comandado por Salvador Homero (indicado pela "presidente" Janine Añez), inabilitou a postulação do ex-presidente Evo Morales ao Senado da Bolívia pelo departamento (estado) de Cochabamba, seu reduto eleitoral. Seu ex-embaixador na OEA, Diego Pary, também foi retirado da disputa a um assento no Senado por Potosí.



Claudio Porto comenta, nesta edição do JC Internacional, o recente episódio no país vizinho.



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Por parte do atual primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, as cartas já estão na mesa: acordo de paz unilateral desenhado por sua equipe e os EUA e a divulgação de áudios “comprometedores” entre o procurador geral do país, Avichai Mandelblit, responsável pelas acusações de corrupção contra o premiê, e um dos chefes de gabinete do Azul e Branco Gabi Ashkenazi no caso Harpaz. Do lado adversário, Benny Gantz reforça a narrativa de que Bibi se vale da campanha eleitoral para fugir da justiça.



As eleições legislativas estão previstas para 2/3 e Claudio Porto detalha nesta edição do JC Internacional o contexto em Israel a duas semanas da votação.



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Na nova fase do Pitacos do Garcia, Adriano Garcia fala sobre o caso de racismo contra o malinês Marega na partida do Porto em Guimarães contra o Vitória pela rodada 21 do campeonato português no último domingo (16) e a decepcionante repercussão entre parte das torcidas rivais do Porto, que minimizaram o incidente e em alguns casos até culpabilizaram o atleta, vítima de um sórdido racismo que não pode mais ser tolerado em nossa sociedade.




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A preocupação parece ter tomado conta do presidente da República. Por um lado é a morte do miliciano Adriano Magalhães da Nóbrega exigindo dos bolsonaristas uma estratégia capaz de desvencilhá-lo da sangrenta manhã de domingo em Esplanada (por enquanto aposta na versão de que Costa e Witzel têm lá sua responsabilidade) e, por outro, a economia que não vinga (e não vai, mesmo) mesmo com o liberal Paulo Guedes.



Nesta edição do JC Express, os cronistas Adriano Garcia, Claudio Porto e Pedro Araujo repercutem os últimos acontecimentos no Brasil.




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Salve palestrinos, torcedores do maior campeão nacional, vamos repercutir a partida alviverde entre Palmeiras x Guarani, por mais uma rodada do Campeonato paulista 2020. Situações parecidas para ambas equipes, visto que o Verdão almeja a liderança do seu grupo (no momento com o Santo André) enquanto que o bugrão almeja terminar na frente do rival e quem sabe repetir um feito do homônimo do Paraguai. Brincadeiras à parte, o jogo foi especial, pois representou a marca de 300 jogos de Dudu!

Palmeiras foi a campo com Weverton, Gabriel Menino, Felipe Melo, Gustavo Gomez, Viña, Bruno Henrique, Zé Rafael, Raphael Veiga, Dudu, Willian e Luiz Adriano. Palmeiras logo nos primeiros 10 minutos se aproveitou de uma qualidade que vem sendo de 2020: roubadas de bola no ataque. Chances criadas, porém, mal concluídas de Veiga, Bruno Henrique e Zé Rafael. O Palmeiras visivelmente explorava mais o setor esquerdo do ataque que era onde Dudu estava. Porém o alviverde campineiro deu um susto em bela jogada de Alemão, que Weverton praticou bela defesa. Aos 26 minutos, boa arrancada de Willian que serviu o aniversariante de jogos que fez o gol. 1x0 para comemoração especial do jogador. Dudu queria aparecer mais: desta vez serviu Luiz Adriano que chutou rasteiro e Jefferson Paulino fez uma ótima defesa para salvar o segundo gol.

Veio a segunda etapa e prometia novas emoções. Palmeiras teve logo a chance de ampliar em penalidade máxima, mas Dudu bateu no seu estilo de sempre (cruzado) e o goleiro pegou - apesar de que vale uma ressalva que foi uma senhora adiantada. Aos 12 minutos, Lucas Crispim finalizou para fora uma boa chance para o time de Campinas. Aos 18 minutos um susto: sai Viña machucado e entra Victor Luís. Aos 28 minutos, Gabriel Veron entrou para fazer um verdadeiro inferno na zaga bugrina. Deu duas arrancadas que quase terminaram no segundo gol do Palmeiras. Uma mais perto do final, arrancou do campo de defesa, mas quando chegou na área do oponente faltou aquele gás a mais para passar com maestria para Dudu se consagrar ainda mais. Porém, o marcador não foi mexido e fim de papo!

Palmeiras jogou bem e vem apresentando algo bem agradável. O time em si gosta de pressionar o adversário, dificultar a saída de bola. Isso reflete no placar e também na posição do time em campo. É visível o time do Palmeiras postado em casa marcando já no começo da intermediária. Diferentemente de anos anteriores em que a marcação era exercida apenas atrás do meio de campo. Atuação especial de Dudu que chamou bastante o jogo e fez o gol da partida. Participou das demais jogadas ofensivas, poderia ter terminado com mais um gol (no caso do penal) e com pelo menos mais duas assistências não fosse a competência do goleiro Jefferson Paulino e a ineficácia de Luiz Adriano. Mas o camisa 300 representa e muito a torcida e marcou um "renascimento" do Palmeiras. Belíssima homenagem e belíssima atuação. Ficamos na torcida para que Viña não tenha sentido nada grave, pois sabemos o drama que é a nossa lateral esquerda.

Próximo jogo é apenas no sábado dia 29. Clássico na Vila Belmiro contra o Santos. Jogo duro e uma provinha de fogo para o time de Vanderlei Luxemburgo.



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No domingo, dia 16 de fevereiro, a atriz Alessandra Negrini esteve no foco do debate político de parte da militância tida como “identitária” nas redes sociais. O motivo? Alessandra, madrinha do bloco Acadêmicos do Baixo Augusta, saiu fantasiada com roupa típica e pinturas corporais indígenas. Rapidamente a militância virtual tratou de cair em cima, acusando Alessandra de apropriação cultural, fazendo o famoso "cancelamento" como já vem se tornando habitual na frente progressista, principalmente em militâncias virtuais.

De fato, fazer uso de vestes típicas não só indígenas como vestes tradicionais de diversos povos como fantasia não é correto. Não apenas por apropriação cultural, mas também por objetificar um povo e uma cultura inteira apenas por entretenimento. Porém, o grande problema da militância virtual e dessa política de “cancelamento” que tomou conta das redes é que, principalmente, não se procura entender contextos ou mesmo entender motivações por trás de alguns atos.

O fato é que após o famoso “cancelamento” promovido contra Alessandra Negrini em rede social, veio à tona o contexto totalmente ignorado pelas redes. Associações Indígenas saíram em defesa da atriz, deixando claro que ela fez de seu corpo a tela para transmitir a mensagem dos povos indígenas que já vem sendo silenciados e perseguidos desde a chegada dos portugueses em terras americanas e tiveram um acirramento nessa perseguição com o advento do desgoverno Bolsonaro. Inclusive a pintura em seu corpo foi feita por uma legitima representante dos povos indígenas. Ao contrário do que a militância virtual afirmou, ela não estava se apropriando da cultura indígena. Mas sim usando seu corpo e sua visibilidade para dar voz ao povo indígena.

Resultado de imagem para Alessandra Negrini atacada fantasia de índio
A atriz Alessandra Negrini foi o mais recente alvo das "militâncias virtuais"

É um grande problema da esquerda na modernidade o linchamento virtual. É comum a caça ao tesouro por falas problemáticas de pessoas que atualmente estão militando no campo progressista. São mensagens e falas que datam, muitas vezes, de 10 anos atrás e alguns ramos da militância usam isso para massacrar e cancelar pessoas que hoje estão do nosso lado de alguma forma. Ignoram que o objetivo da militância é mais do que lacrar e apontar dedos. É ensinar e esperar que o outro absorva a mensagem e evolua. A grande maioria de nós nasceu num mundo em que ser machista, lgbtfóbico, racista e etc era completamente normal. Piadas e falas problemáticas eram normalizados há pouco tempo atrás. Até mesmo o mais descontruído ou empoderado dos militantes, no passado foi problemático ou reproduziu preconceito de alguma forma. Mas todo mudamos e evoluímos e aprendemos com nossos erros do passado.

Mas algumas vertentes da militância preferem apontar dedos. Não estão nem aí em ensinar ou buscar que o outro aprenda e evolua. Preferem apontar dedos, culpar por algo dito há muito tempo atrás e principalmente, enaltecer o próprio ego em busca da famigerada “lacrada”. O importante para a militância hoje em dia não é mais ocupar espaços. É levantar muros e ganhar curtidas. E enquanto fazemos isso, demarcamos o território e não permitimos que ele se expanda, o conservadorismo religioso vai fazendo o trabalho que deveria ser da militância progressita que cada vez mais vai se afogando no próprio mundinho, soterrado de likes, compartilhamentos e retuítes, que no fundo é tudo o que importa ao militante virtual. Afastamos cada vez mais as pessoas em nome de uma auto-proclamada "superioridade intelectual" e perdemos cada vez mais espaço político. Ou mudamos e voltamos a dialogar com as bases ou a esquerda tende à definhar em sua torre de marfim.


Sobre a coluna

De hoje a oito é uma coluna semanal sobre política que procura trazer em pauta assuntos referentes, principalmente, ao governo federal e acontecimentos nacionais, sem deixar de repercutir acontecimentos mundiais.
Olá leitores do Jovens Cronistas, bem-vindos ao Resumão da Rodada da Premier League, para repercutirmos a Rodada 26, que foi desmembrada em várias datas começando no sábado (8) e terminado somente ontem (19). Nos seus principais jogos, tivemos o líder Liverpool a sofrer para vencer o lanterna Norwich, por 1 a 0, no sábado (15). No domingo (16), vimos o Tottenham a vencer o Aston Villa, fora de casa por 3 a 2. Na segunda (17), o Manchester United conseguiu importante vitoria sobre o Chelsea, em pleno Stamford Bridge por 2 a 0. No fechamento da rodada o Manchester City recebeu o West Ham e venceu por 2 a 0, na quarta-feira (19).


Na partida dos extremos da tabela, o líder Liverpool recebeu o lanterna Norwich e sofreu para vencer a partida. O único gol da partida ocorreu aos 33 minutos do 2° tempo, Henderson fez belo lançamento para Mané, que girou na área e chutou rasteiro para dar a vitoria ao Liverpool, ele que veio do banco de reservas, retornando após lesão e assim marcou seu 100° gol na Premier League. Com a vitoria o Liverpool mantém os 22 pontos de vantagem para o Manchester City.


O Aston Villa recebeu o Tottenham saiu na frente no placar, sofreu a virada, chegou a empatar, mas acabou derrotado por 3 a 2. Aos 9 minutos, El Ghazi fez cruzamento da direita e Alderweireld tentou desviar a bola e acabou marcando gol contra. Aos 27, Son cobrou escanteio da direita, Lucas tocou de cabeça, a bola bateu em Dier e sobrou para Alderweireld, que chutou com estilo, se redimiu do gol contra e empatou a partida. Aos 47, Engels derrubou Bergwijn e foi marcada a penalidade. Son foi para a cobrança, chutou no canto esquerdo, Reina defendeu e no rebote, Son chutou e virou a partida para o Tottenham, para 2 a 1.

No segundo tempo, aos 8 minutos, Grealish cobrou escanteio da esquerda e Engels cabeceou para empatar a partida para o Aston Villa. Aos 49, Sanchez fez lançamento, Engels falhou ao tentar interceptar o lançamento e a bola sobrou para Son, que avançou com a bola, invadiu a área e chutou rasteiro, para dar a vitoria ao Tottenham, por 3 a 2. 


No grande jogo da rodada, o Chelsea recebeu o Manchester United e foi surpreendido e derrotado pelo placar de 2 a 0. Resultado importante para os Red Devils, que assim buscam chegar ao G4 da Premier League. Aos 45 minutos, Wan-Bissaka fez cruzamento da direita e Martial cabeceou marcando o 1 a 0.

No segundo tempo, aos 9 minutos, tivemos o lance polêmico da partida. Willian cobrou escanteio da direita e Zouma chutou marcando o gol. Só que o VAR entrou em ação e anulou o gol por falta de Azpilicueta na jogada ao empurrar Willians, porém se observarmos, ele sói comete a falta por ser empurrado por Fred, em lance bastante polêmico. Aos 21, Bruno Fernandes cobrou escanteio da esquerda e Maguire cabeceou para marcar o 2 a 0. Aos 31, Mount fez cruzamento da direita e Giroud mergulhou para cabecear e marcar o gol do Chelsea, mas o VAR novamente entrou em ação, marcou o correto impedimento e o 2 a 0 foi resultado.


No fechamento da rodada, na quarta-feira (19), o Manchester City recebeu o West Ham e venceu por 2 a 0, em grande exibição de De Bruyne. Aos 30 minutos, De Bruyne cobrou escanteio da esquerda e Rodrigo cabeceou, desviando na primeira trave, marcando o 1 a 0.

No segundo tempo, aos 17 minutos, De Bruyne tabelou pela direita com Bernardo Silva e de dentro da área, chutou rasteiro no canto direito, para marcar o 2 a 0. O Manchester City assim chegou aos 54 pontos e segue em uma luta insólita, para buscar o líder Liverpool, distante 22 pontos, com a derrota o West Ham permanece com 24 pontos, na 18ª colocação. 

   Resultados     Próxima Rodada
 

Classificação


*Todas as imagens são oriundas do site da Premier League e a tabela do site FC Tables.com





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Olá torcida colorada, bem-vinda a mais um Papo de Torcedor Inter, aqui no Jovens Cronistas, para repercutir o empate em 0 a 0, entra Tolima e Inter, pelo jogo de ida de 3ª Fase da Libertadores. Em um jogo muito ruim tecnicamente, o Tolima teve um melhor 1° tempo, devido a velocidade de seus atacantes, mas não transformou as oportunidades em gol e no 2° tempo, o Inter administrou o 0 a 0 até o final e agora tudo se decide na próxima semana, no Beira Rio.

Foto: Ricardo Duarte

O Inter foi a campo com Marcelo Lomba; Rodinei, Bruno Fuchs, Victor Cuesta e Moisés; Musto; Edenilson, Rodrigo Lindoso e Boschilia; Marcos Guilherme (D'Alessandro) e Guerrero. O técnico Eduardo Coudet, mandou o time a campo no 3-5-2, uma vez que Musto recua tanto, que acaba transformando-se em um zagueiro e os laterais improdutivos, Rodinei e Uendel avançam para o meio, mas em pouco contribuem para as ações ofensivas. No 2° tempo com a entrada de D'Alessandro, o time mudou para o 3-6-1, até criou oportunidades, mas o isolamento de Guerrero, lembrou os tempos do time de Odair Hellmann. 

Imagem
Foto: Eduardo Deconto / Globoesporte.com

Logo aos dois minutos, Boschilia chutou da entrada da área e Montero defendeu. Aos seis, Marcos Guilherme cobrou escanteio da esquerda e Guerrero cabeceou para fora. Aos 35, Campaz chutou da intermediária, para fora. Aos 47, Campaz fez boa jogada, invadiu a área pela esquerda e chutou para defesa de Marcelo Lomba. O Tolima tentou envolver o Inter com as investidas em velocidade de Albornoz e Estupiñán, que por vezes trocavam de pontas, mas sem sucesso. 

Imagem
Foto: Eduardo Deconto / Globoesporte.com

No segundo tempo, logo ao primeiro minuto, Campaz chutou da intermediária, para fora. Aos sete, Guerrero tocou para Marcos Guilherme que chutou, e a bola foi desviada, para fora. Aos 17, Lindoso errou passe e tocou para Rodríguez, que avançou em velocidade, em contra-ataque e tocou para Campaz, que invadiu a área e na hora de finalizar, foi travado por Bruno Fuchs, que deu um carrinho e evitou o gol do Tolima. Aos 18, Campaz cobrou escanteio da esquerda, Moya tocou de cabeça para Quiñónez, que ficou disputando a bola pelo chão com Cuesta e depois Marcelo Lomba segurou a bola.

Foto: Ricardo Duarte

Depois da entrada de D'Alessandro e ao final da partida, o Inter resolveu atacar e criou duas boas oportunidades. Aos 46, D'Alessandro tocou para Boschilia, na esquerda. que chutou rasteiro e Montero fez grande defesa. Aos 47, Bruno Fuchs chutou da entrada da área, a bola desviou no defensor e Montero defendeu, evitando o gol colorado e assim o 0 a 0 foi o placar. 

Foto: Ricardo Duarte

Eduardo Coudet assim consegue o empate, assim como fez contra a Universidad de Chile e traz a partida decisiva para o Beira-Rio, com o confronto em aberto. Confesso que me preocupa esse excesso de cautela, com este esquema que até poderia ser interessante se desse a solidez defensiva esperada, mas pelo contrário, mesmo com 3 zagueiros, ainda sofremos jogadas, em que os defensores, precisam correr e muito, atrás dos atacantes. O sistema é ofensivo pelo posicionamento adiantado, mas ao mesmo tempo defensivo, pelo excesso de jogadores com funções defensivas. 

Foto: Ricardo Duarte

A grande questão chave do time do Inter, é perguntarmos se é tão necessário, mantermos Musto e Lindoso juntos no time. Eles cumprem exatamente a mesma função, proteger a defesa. O posicionamento é um pouco diferente, pois Musto recua para ser o terceiro zagueiro, enquanto Lindoso faz a função central. A ideia de jogo é até interessante, mas para isso Coudet precisaria de melhores laterais.

Foto: Ricardo Duarte

A questão é que nosso laterais, Rodinei e Uendel são insuficientes para realizarem as funções desejadas por Coudet. Assim o 3-5-2 dele fica amarrado, pois os dois meias centrais, Musto e Lindoso, fazem quase a mesma coisa, em posições distintas e o time fica sem opções ofensivas. Ontem quando D'Alessandro ingressou no time, desceu para buscar jogo, o que acaba transformando o esquema em um 3-6-1, deixando Guerrero isolado no ataque. Eu futuramente testaria Lucas Mazetti na lateral-direita, ao lado de Moisés na esquerda, para tentar dar mais mobilidade ao laterais. 

Com o empate em 0 a 0, o Inter precisa vencer no Beira-Rio, na próxima quarta-feira (26), para avançar a fase de grupos. Um novo 0 a 0, leva a partida as penalidades e empates com gols, classifica o Tolima. Sei que temos plenas condições de vencermos no Beira-Rio, mas Eduardo Coudet, terá que começar a abrir mão de algumas de suas ideias, de time ideal, para que tenhamos êxito. A continuidade deste 3-5-2, ou até mesmo do 3-6-1, deixam o time muito precavido, mas ao mesmo tempo, com muita lentidão. A ideia de jogo é interessantes, mas infelizmente nosso treinador não possui as peças para executar tal sistema de jogo.


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Ex-interventor no RJ, general Walter Braga Netto chega ao Planalto com a missão de fortalecer o escudo verde-oliva que cerca o presidente

General da ativa e, até poucos dias atrás, comandante do Estado-Maior do exército brasileiro, Walter Braga Netto é o primeiro militar a ocupar a Casa Civil, importante ministério por sua função (em tese) de articular medidas entre as pastas do governo, desde o homólogo Golbery de Couto e Silva, ministro dos ditadores brasileiros Ernesto Geisel e João Figueiredo. Netto substitui o deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS), agora ministro da Cidadania no lugar do deputado Osmar Terra (MDB-RS).


Como o gabinete da Casa Civil está alocado no Palácio do Planalto, sede do executivo, Netto, empossado na terça-feira 18/2, se junta aos generais Heleno, do Gabinete de Segurança Institucional – GSI, e Luiz Eduardo Ramos, da Secretaria de Governo, no escudo verde-oliva que agora cerca o presidente Jair Bolsonaro com vistas a algum “contratempo”. Se precisar de reforço, como também despacha do Planalto, tal barreira de vestes camufladas pode contar com o porta-voz oficial do (des)governo, general Otávio do Rêgo Barros.

Trata-se de estratégia reforçar a presença de militares nas divisões do (des)governo, sobretudo no mesmo prédio em que o presidente da República dá expediente todos os dias.

A decisão é parte de um dos desdobramentos dos trabalhos da Comissão Nacional da Verdade, no início da década passada: está em curso um plano velado para consolidar a imagem das Forças Armadas como a única instituição capaz de “resgatar” a sociedade brasileira dos “caminhos tortuosos da democracia representativa”.

Não por acaso os últimos anos (e provavelmente os próximos) ficaram (ficarão) marcados pelas convocações, a torto e a direito, dos militares, como recentemente no combate às queimadas na Amazônia Legal, recolhimento das manchas de óleo no mar e praias do nordeste do País e no convite para uma força-tarefa a fim de reduzir a fila de espera no INSS (???).

Da mesma forma que durante as atividades da comissão houve lobby das lideranças das FA a favor de punições mais brandas àqueles (alguns poucos) identificados como responsáveis pelas atrocidades do regime militar, o que se observa, desde então, é a crescente influência da caserna sobre as decisões políticas do País a partir de cargos estratégicos na estrutura.

A título de exemplo, Sérgio Etchegoyen como chefe do Departamento Geral do Pessoal com a ex-presidente Dilma Rousseff, que, por sua vez, recorreu aos militares para todas as suas demandas na área de segurança pública, desde a resposta ao conturbado ano de 2013, passando pelo apoio aos grandes eventos esportivos (Copa das Confederações e Copa do Mundo), até ocupar comunidades cariocas. Essas posições controversas podem ser explicadas por estarem dentro de um plano maior de recuperação (na verdade, reforço) da imagem das FA, o que, de maneira alguma, justifica terem sido empreendidas, ainda mais se tratando de um governo com plataforma popular. Caberia, sim, discussão mais abrangente sobre medidas práticas e alternativas ao enfrentamento à criminalidade sem adotar o expediente particular dos que se alinham contra valores democráticos.

Apesar da queda de Dilma, Etchegoyen seguiu por ali com a ascensão de Michel Temer. Por sua influência e posição, há fortes suspeitas de que teria participado do consórcio que depôs a petista. Tanto é que, com o (des)governo Temer, foi nomeado ministro-chefe do GSI e, com isso, em uma tremenda coincidência (poxa vida), as FA passam a ocupar cada vez mais espaço no dia-a-dia dos brasileiros.

Foto: Alan Santos/PR

É aqui que retomo a nomeação de Walter Braga Netto, peça do tabuleiro político nos últimos anos que andava distante dos holofotes da mídia (alô, general Richard Nunes). Além de enviar uma mensagem de que está cumprindo com o plano, Bolsonaro traz para perto de si aquele que foi responsável por nada menos que a mais ousada ação dos militares desde o fim da ditadura: a “intervenssão” (em homenagem ao PHA) na área de segurança pública do estado do Rio de Janeiro.

Ao longo do ano de 2018, dos meses de fevereiro a dezembro, Braga Netto foi o interventor escolhido por Temer para sitiar o estado fluminense em um experimento caro aos cofres públicos e repressivo aos mais pobres, com episódios de violação a direitos básicos como o de ir e vir.

Nesse contexto, dando um passo atrás, ainda em 2017, não se pode deixar passar despercebido a decisão do Congresso Nacional de alterar as competências da justiça militar, o que permitiu aos militares a situação mais que confortável e corporativista de terem seus casos envolvendo civis julgados por seus pares de instituição (militar julgando militar começa a valer em 2017 e, recentemente, já em 2019, o caso do músico Evaldo mostra como tem rendido muita impunidade).

A ex-vereadora do PSOL carioca Marielle Franco e o motorista do carro em que estava Anderson Gomes foram executados na região central da capital ocupada pela intervenção de Temer e Braga Netto. Havia militares por toda parte e, presumo, agentes da inteligência militar monitorando todos os cantos do Rio de Janeiro. Ainda assim, passados 707 dias desde aquela noite de 14/3/2018, não há confirmação de quem matou e quem mandou matar Franco, que, quando viva, não hesitou em criticar a medida decretada pelo ex-presidente.

No “armário” do novo ministro da Casa Civil está ainda a chacina mal explicada na comunidade do Salgueiro em novembro de 2017, quando Braga Netto ainda estava à frente do Comando Militar do Leste, responsável pelos efetivos do RJ. As investigações para esclarecer como se deram as oito mortes em uma aparente emboscada coordenada pelo exército na região foram alvos de bloqueio pelo agora ministro da Casa Civil, denunciou à época o escritório brasileiro da ONG Human Rights Watch. Parece que o ministro estava querendo esconder algo.

Perfil

“Forte liderança”, “bem articulado” e fama de disciplinado. Em conversa com pares de Braga Netto, alguns veículos de mídia divulgaram que ao menos esses três pontos teriam pesado no convite de Bolsonaro.

Dos três, a fama de disciplinado parece o mais valioso para o presidente, que não esconde seu viés autoritário e a vontade de ter para si toda a máquina pública brasileira (autocracia na essência). Por que a fama valeria mais do que as outras duas virtudes? Bom, Braga Netto, até onde se sabe, assume uma Casa Civil esvaziada, sem as suas principais funções: articulação com o Congresso está no escopo da Secretaria de Governo (Ramos), assuntos jurídicos do (des)governo na Presidência (Oliveira) e o programa de parcerias e investimentos (Guedes).

Braga Netto pode até ser muito instruído e capacitado, além de esperto ao trancar o armário com o passado recente com a única chave que carrega sempre no bolso da frente. No entanto, fica difícil esconder que, se não lhe derem trabalho para fazer, foi convocado apenas para integrar a barreira militar em torno do presidente (será que têm informações sobre os próximos meses e estariam preparando um autogolpe?).

Greve

Os petroleiros seguem firme com a maior greve desde 1995 e merecem o apoio de toda a sociedade brasileira. Como escrevi em texto publicado na semana passada, para defender a Soberania Nacional é preciso lutar pela existência de instituições como a Petrobras, peça-chave para o desenvolvimento do Brasil a longo prazo.

A bandeira é impedir a privatização da petroleira, incluindo a suspensão urgente do processo avançado de venda de seus ativos (subsidiárias como a FAFEN-PR). Para alcançar tal objetivo é preciso não esmorecer diante das intimidações, principalmente daqueles que vivem na redoma de vidro dos brasileiros privilegiados (Gandra e os R$ 90.000 de contra-cheque em dezembro/19).

Sobre a coluna

Da Prática Política é uma coluna semanal, publicada todas as quartas-feiras, sobre os assuntos do cotidiano político do Brasil.





Olá amigos, voltamos com a 24º rodada da Liga Espanhola. Tivemos jogos importantes que embolaram de vez a tabela de classificação,Real e Barça estão próximos novamente, sem margem para erros nos próximos confrontos. A briga pela terceira vaga na Champions League está pegando fogo, Getafe, Sevilla, Valencia e Atlético disputam ponta a ponto a terceira colocação. Confira:


Valencia 2 x 2 Atlético de Madrid

O principal jogo da rodada colocou times que estão lutando para se classificar à Champions League. O  Atlético se mantém na quarta colocação com 40 pontos,  apenas dois à frente do Valencia que ocupa a sétima posição com 38 pontos.

O primeiro tempo foi dominado pela equipe do Valencia, que se aproveitou do fator casa para pressionar os visitantes colchoneros, ambos os times vieram com duas linhas de 4 jogadores e duas referências na função ofensiva. Com a bola, o time mandante posicionava Dani Parejo um pouco mais adiantado para ter liberdade de armar o jogo e explorar os lados do campo.



Festa de Llorente, placar aberto - Crédito: Reprodução/ Twitter Atlético de Madrid


Apesar do domínio, os mandantes desperdiçavam várias oportunidades de gol, fato que abriu espaço para que o Atleti aproveitasse uma chance de ouro, aos 15 minutos Vitolo fez boa jogada individual no fundo e rolou para Correa que chutou prensado, na sobra Llorente apareceu livre para empurrar a bola para o fundo das redes de Domenéch e calar os torcedores em Mestalla.

Após o gol, o jogo continuou sendo dominado, porém o Atleti se fechou e manteve o jogo truncado com diversas faltas, aos 40 minutos o Valencia conseguiu o empate após grande pressão, Maxi Gomez cruzou e achou Gabriel Paulista livre para cabecear ao fundo das redes.

O empate nem foi muito comemorado, aos 45 minutos, Thomas partiu para cima em uma boa jogada individual, levando toda zaga do Valencia e chutou forte rasteiro para o fundo das redes para virar o jogo, levando Simeone ao delírio.



Kondogbia girando para garantir o placar - Crédito: Reuters

O segundo tempo foi movimentado apenas nos 20 minutos iniciais, com o resultado negativo o time mandante saiu em busca de uma nova blitz pelo empate, aos  13 minutos, Dani Parejo cruzou falta da intermediaria, Kondogbia se enroscou com o zagueiro Felipe, ganhou na força e conseguiu todo desajeitado para impedir qualquer reação de Oblak.

Após os gols, o jogo ficou equilibrado, ambos os times tiveram chances para conseguir virar o jogo, mas pecaram nas finalizações. No final da partida, um empate amargo, que embolou de vez a briga pela terceira vaga na Champions League da próxima temporada. Para Simeone a pressão continua, pois os resultados sob o comando do Atleti não os planejados, mas nessa partida foi possível observar uma gana ofensiva diferente, o desejo por atacar e por marcar gols para sair logo do sufoco, o desafio maior agora é encarar o Liverpool logo nas oitavas da Champions.

Para o Valencia, a temporada tem sido como o planejado, uma grande reconstrução e um padrão de tático organizado sob o comando de Celades, o desafio continua em manter vivo o sonho de avançar nas oitavas da Champions diante à Atalanta e pensar em estar na competição continental na próxima temporada.


Real Madrid 2 x 2 Celta de Vigo


O líder Real, voltou ao seu estádio com a expectativa de fazer um bom jogo para continuar sua arrancada em busca de abrir uma maior pontuação sobre o segundo colocado Barcelona. Já o Celta está em uma temporada caótica, brigando para ficar na zona de rebaixamento, para isso o time não se acanhou, e entrou em campo com o esquema 3-5-2, com dois alas agudos para aproveitar os espaços nas costas dos laterais merengues, Zidane por sua vez escalou o Real no famoso 4-3-3, com Casemiro recebendo apoio de Valverde e Kross, tentando armar jogadas criativas na velocidade de Bale e Hazard, que finalmente foi liberado pelo Departamento Médico.


Surpresa no Bernabéu - Crédito:Reuters


Como adiantado, o Celta explorou bem os lados do campo e conseguiu recuar o time merengue ao campo de defesa, logo aos seis minutos, Iago Aspas saiu da referência do ataque e acertou um belo passe na infiltração de Smolov, com o sistema defensivo destruído pela jogada, o camisa 9 bateu na saída de Courtois e se consagrou em pleno Bernabéu.

Após o gol, o Real acordou para o jogo e criou diversas chances de empatar o jogo, mas a finalização não estava calibrada. Com o recuo do Celta, a principal arma do time merengue foi a bola chutada de fora que levou bastante perigo para a meta de Blanco.

Aos 44 minutos, o zagueiro Aidoo teve a chance de ampliar o placar, porem parou na defesa milagrosa de Courtois, que novamente mostrou sua boa forma e ótimo momento na meta do Madrid, que acabou marcando aos 48 minutos com Sergio Ramos, mas o VAR flagrou impedimento do capitão no momento do cruzamento.


A responsabilidade de tomar atitude para mudar o jogo - Crédito:Reuters


A segunda etapa foi completamente diferente, um Real mais agressivo no campo de ataque apareceu. Aos seis minutos, Marcelo foi ao fundo e jogou bola rasteira para dentro da área, Benzema não conseguiu alcançar, mas Kross chegou chutando de primeira, um verdadeiro míssil sem chances para Blanco defender.



Sergio Ramos, zagueiro artilheiro - Crédito:Reuters 

Aos 18 minutos, a velocidade foi fundamental novamente para o Real, Benzema fez bom toque para Hazard, o belga dominou e foi derrubado pelo goleiro Blanco, pênalti claro e marcado com rapidez pelo juiz. Sergio Ramos foi para a cobrança e em um chute colocado virou o marcador para delírio da torcida merengue.

Com o resultado positivo, o time da casa abaixou a pressão do jogo e tentou controlar o placar, enquanto isso o Celta tomava conta do jogo, com o controle de bola no meio campo ficou fácil para Denis Suárez dar um belo passe entre os marcadores e achar Santi Mina livre para empatar aos 40 minutos do segundo tempo.

No apito final, frustração de tropeçar em um momento tão delicado do campeonato, em que o foco será dividido com a Champions League e um tropeço agora pode causar uma crise enorme para o Real nos próximos meses.




Barcelona 2 x 1  Getafe


Mais um jogo importante na tabela de classificação, o Barça buscava a vitória para se manter em segundo lugar e se aproximar do Real na primeira colocação, se distanciando do Getafe, sensação da temporada e terceiro lugar na tabela. Setién armou o Barcelona no 4-3-3, com Griezmann fazendo a função do falso 9 e Busquets protegendo o miolo de zaga e o Getafe jogou com 4-4-2, fazendo duas linhas para dificultar as jogadas em velocidade e a individualidade de Messi pelas pontas do campo.

Marcação para atrapalhar Messi - Crédito:Reuters 


Os primeiros 20 minutos foram de domínio total do Barça, que empurrou o adversário para o campo defensivo, mas em contrapartida sofreu para conseguir trocar passes incisivos nos metros finais do campo. A individualidade também não funcionou, pois com um esquema bem armado Messi e Fati não conseguiam fazer nenhuma movimentação que quebrasse o posicionamento defensivo e possibilitasse infiltrações pelo espaço.

Embora o domínio catalão, o Getafe usou da bola parada para conseguir dar o primeiro susto do jogo aos 22 minutos, Maksimovic cruzou escanteio, Molina desviou e Nyom apareceu livre para empurrar a bola para o fundo das redes. O VAR anulou o tento, pois no desvio de Molina, Nyom deslocou ilegalmente Fati.


Isolado do grupo, mas decisivo no jogo - Crédito:Reuters
Após esse lance o jogo ficou aberto, e na brecha defensiva aos 33 minutos, Messi colocou bom passe entre os zagueiros achando Griezmann livre, o camisa 17 deu um belo toque de cobertura por cima de Soria, que pouco pode fazer para defender.  Com o resultado positivo o Barça pressionou e foi recompensado, aos 39 minutos, Fati fez boa jogada pela direita e rolou uma bola rasteira na diagonal, Sergi Roberto apareceu livre para mandar um chute forte e rasteiro para ampliar o placar.

O início do sufoco para o Barça - Crédito:Reuters 

Com 2 a 0 no placar o Barça relaxou e abriu espaços no segundo tempo,permitindo que o Getafe tocasse a bola e criasse boas chances ofensivas, aos 20 minutos, Jaime Mata foi ao fundo e cruzou boa bola entre os zagueiros para Angél desviar no contrapé de Ter Stegen.

A partir daí foi um sufoco danado para o time catalão, que chegava a frente ao gol adversário e perdia oportunidades incríveis, Griezmann teve ao menos duas ótimas chances. Com tanto desperdício o Getafe cresceu no jogo e obrigou Ter Stegen a fazer grandes defesas.

No apito final, alívio dos jogadores catalães e sensação de dever cumprido, agora somente um ponto separa o Barça do primeiro colocado Real Madrid, mas fica o alerta é extremamente necessário melhorar o fundamento de finalização pois é um momento que não permite erros e para conquistar algo é preciso acertar o gol.


Outros Resultados

Granada 2 x 1 Valladolid
Sevilla 2 x 2 Espanyol
Leganés  0 x 0 Real Betis
Ath. Bilbao 0 x 1 Osasuna
Mallorca 1 x 0 Alavés
Villareal 2 x1 Levante

*Eibar x Real Sociedad – Adiado devido à um incêndio no aterro sanitário da cidade de Zaldibar




Classificação


Tabela: FcTables.com




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