Três estacas de pontas bem afiadas fincadas na terra. Instrumento de tortura que remonta aos tempos do Império Romano. Pessoas martirizadas. No Latim, tripalium. No contemporâneo, trabalho. No português do Brasil, movimento que não tem missão, “talvez bom senso”, e que se propõe a ser “uma alternativa à padronização e uniformidade nos comportamentos”. Em resumo, “resistência, arte e expressão na camiseta”.


Apresentado por Adriano Garcia e Claudio Porto, este Clube da Esquerda conta com a participação de Cauê Borges e Denis Pinho, fundadores da Tripalium Camisetas (acesse: http://tripalium.com.br/), parceiros de luta do projeto Jovens Cronistas. Na conversa, a importância de resistir e, também, reagir ao obscurantismo inegável dos nossos tempos.



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Nesta edição do Redação JC, os cronistas Adriano Garcia, Antonio Cardoso, Claudio Porto e Jonas Carreira repercutem, com independência, alguns aspectos do vídeo divulgado pelo ministro do STF Celso de Mello com a gravação da reunião desgovernamental de 22/4, em que o presidente da República teria deixado clara a sua intenção de interferir no comando da Polícia Federal.


Apesar de as falas do presidente, de ministros e chefes de órgãos estatais terem sido objetos de manchetes na mídia corporativa, os analistas apontam algumas curiosidades do fatídico evento que dizem respeito mais ao papel de cada um dos poderosos na tragicomédia brasileira do que aos possíveis crimes cometidos.



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Desde 1979, a última sexta-feira do Ramadan, mês sagrado aos muçulmanos (que jejuam desde antes do nascer até o pôr do Sol), é lembrada como o Dia Internacional de Jerusalém/Al-Quds, com o objetivo de manter viva a campanha de conscientização e mobilização pela libertação do povo palestino.

Há semana, na sexta-feira 15/5, se recordou os 72 anos do Nakba, processo que se arrasta há décadas e que impôs ao exílio mais de 700 mil palestinos a partir da criação do Estado de Israel em 1948.

Apresentado por Adriano Garcia e Claudio Porto, este JC Internacional repercute a importância dessas datas e os recentes fatos do contexto político no oriente médio com Maynara Nafe, integrante do Sanaúd Juventude Palestina (conheça: https://bit.ly/2VHH9wp).




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O último boletim epidemiológico do ministério da Saúde, divulgado na segunda-feira 18/5, traz o número de mais de um milhão de casos suspeitos do novo coronavírus no País notificados entre os dias de 16/2 e 9/5. Deste total, ainda segundo o ministério da Saúde, mais de 800 mil casos ainda estão em investigação.


Neste JC Express, os cronistas Adriano Garcia e Claudio Porto apresentam números que vão além dos atualizados diariamente pela mídia corporativa. Os dados aqui expostos representam, de fato, o desenvolvimento da pandemia no Brasil.



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Quando se fala a frase ‘imprimir dinheiro’, principalmente na crise à qual o país se prepara para enfrentar, muitos se assustam com o teor da frase. Diante de uma crise diferente de qualquer outra que já passamos, muitos economistas renomados passaram a cogitar a ideia de ‘imprimir dinheiro’, para amenizar a crise. E, quando falamos em imprimir dinheiro, estamos nos referindo ao fato de se expandir a moeda, recompor a economia, injetar dinheiro.



Essa concepção de que devemos ‘imprimir dinheiro’ faz sentido no contexto econômico atual. O isolamento social trouxe queda na atividade econômica, porém, se faz necessário tal isolamento para preservar vidas, mas, ao mesmo tempo, é importante planejar a economia, buscar fórmulas que incentivem novamente o consumo da população e a produção. Iremos enfrentar a maior recessão econômica da história do país, segundo os economistas. Por isso, um dos maiores desafios da economia, neste momento, é manter nosso parque produtivo em funcionamento e assegurar a renda das famílias para o consumo, é neste contexto que a recomposição da base monetária (imprimir dinheiro) se faz necessário, sem nenhum risco de inflação, pois não existe movimentação no mercado no momento.


O ex-ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, no governo PT disse em entrevista para BBC News: “O Banco Central tem grande espaço para expandir a base monetária, ou seja, imprimir dinheiro na linguagem mais popular e, com isso, recompor a economia”. Vale citar que Henrique Meirelles atuou, também, como presidente do Banco Central na crise econômica de 2008, fazendo o Brasil passar pela crise sem danos à população, sendo aplaudido de pé por economistas do mundo inteiro no encontro econômico em Davos. Claro que a crise de 2008 nem se compara com o atual momento. Em 2008, houve uma crise financeira e, agora, estamos passando por algo bem mais complexo, mas a fala do ex-ministro merece consideração no recente momento.

O neoliberalismo hodierno tenta proteger os credores e as grandes fortunas, dizendo que ‘acabou o dinheiro’ para não ter gastos sociais e ter gastos apenas se for o caso de se endividar. Uma teoria tacanha que dissimula a ideia de emissão de dinheiro e a solução para o momento. O neoliberalismo segue seu jogo sujo, mesmo em se tratando de vidas, preferindo que o Estado gaste, mas se endividando com altíssimas taxas de juros e, concomitantemente, eles demonizam a emissão de dinheiro (imprimir dinheiro).

“Sou a favor de imprimir moeda nova para que as pessoas tenham dinheiro para ficar em casa. Não tem risco de inflação, porque não tem demanda. A vida do ser humano não tem preço.” Essa frase foi dita pelo presidente Lula. Quando Lula disse isso, muita gente fez chacota da linguagem usada pelo presidente e o fato de ele citar a loucura de se imprimir dinheiro. Pouco tempo depois, economistas de renome usaram a expressão ‘recompor a base monetária’ para uma saída amena da crise, usando o sinônimo de ‘imprimir dinheiro’. Até o atual presidente do Banco Central afirmou, recentemente, que a expansão da base monetária seria algo de se pensar no momento, para segurar os efeitos negativos na economia, a canalhada ficou calada. Nesta mesma fala do presidente, eu tiro a seguinte frase: “A vida do ser humano não tem preço”, para citar o contexto em que o presidente se refere.


Se tem uma característica indiscutível em torno do (des)governo do presidente Jair Bolsonaro é obscuridade de suas ideias. Das já apresentadas e das em “estudo”, não há uma proposta sequer que represente, definitivamente, um passo à frente no desenvolvimento social do povo brasileiro. Ao contrário, se acumulam os episódios em que, assustados(as), brasileiros(as) se perguntam se estão, mesmo, na chamada Pós-modernidade.


Tanto o presidente da República como seus aliados de primeira hora, sem corar as bochechas, investem pesado em uma agenda de retrocessos que não dizem respeito exclusivamente a decisões de governo e não ficam restritos aos limites territoriais do Brasil: todos os dias são algumas marretadas nas pilastras que sustentam os marcos civilizatórios do mundo.

Para impedir que isso corra solto, dentre outras áreas, estão as artes, que, em suas mais diversas manifestações e apesar de atacadas, retratam os perigos de embarcar na desses “caras do momento”.

Apresentado pelos cronistas Adriano Garcia e Claudio Porto, este JC Express joga luz no tema com a participação de Dorberto Carvalho, presidente do Sindicato dos Artistas e Técnicos de Arte de São Paulo.


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Com a tentativa frustada de criação de seu próprio partido Bolsonaro se vê em mais essa derrota política, o partido "Aliança pelo Brasil" teve pouca ascensão no país. Não atingindo os requisitos estabelecidos pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), mostra que o presidente está com a popularidade baixa, que se deve também a crise política do seu governo. Suas bases saturadas da arrogância e ignorância do presidente, tanto no centro, como também na direita. O grupo do presidente também está de certa forma saturado de aguentar as asneiras do mesmo, que por sua falta de comunicação com bases tem se perdido na politica brasileira.




O simples fato do presidente acolher uma ideia e após abraça-la, não larga-la mais, como é o caso da cloroquina no combate ao Covid-19. O simples fato do presidente se jogar em ideias isoladas, se jogar no escuro, e se desprover do diálogo. A comunicação tem uma importância fundamental para convivência, e é justamente o que falta no presidente. Voltando para o seu partido, os grupos bolsonaristas estão sem como se candidatar nas eleições, pois eles se isolaram muito de outros partidos. Até mesmo do PRTB do vice-presidente, Mourão, que é cotado para substituir Bolsonaro, e é a aposta da direita para mudar a má reputação que deixa e vem deixando o presidente nas camadas populares. Com esse fato de ter pouco apoio na criação do partido tendo, aproximadamente, 1500 assinaturas no Distrito Federal, que foi aonde a "organização política" teve mais crescimento.




Seria essa a demonstração que o presidente veio perdendo apoio de seus correligionários, o pouco apoio de um partido liderado pelo "líder máximo da nação", mostra que ele perdeu muito do seu apoio popular, e que também perdeu grande parte de seus apoiadores. Esse pode se dizer um dos maiores fracassos do presidente como político e pessoa pública, e mesmo nem passando pela metade de seu mandato seu nome está desgastado. Sem poder participar diretamente das eleições municipais, ele só tem uma alternativa, ficar se escorando em outros partidos de extrema-direita.



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O governo Bolsonaro vem sofrendo uma grande crise política, com a perca constante de suas bases partidárias e com líderes políticos de direita, esquerda e centro. Como por exemplo, deputados federais do PSL, como a ex-líder de seu governo Joice Halssemann e o governador de São Paulo, que vinha fazendo grande aproximação na onda bolsonarista nas eleições 2018, nas quais ele foi eleito com grande apoio dessa onda. Além de que o presidente vem sofrendo desgastes constantes em seu governo, com a demissão de ministros, com a perda do Sérgio Moro, ministro da justiça que foi um dos grandes pilares de Bolsonaro nas eleições 2018, indiretamente. A demissão de 2 ministros da saúde em meio a pandemia de Covid-19, tudo vem degradando muito a popularidade do presidente. A popularidade fator primordial para sua eleição, o presidente se vê em uma sinuca de pico. 




A falta de bases, já fez o Bolsonaro fazer a distribuição de cargos entre líderes e partidos do "centrão", método que o mesmo criticou quando deputado, o toma lá dá cá, que é característico na política brasileira. O presidente mudou de lado claramente com medo de um impeachment, que é um futuro previsível após a pandemia.  O governo está se destruindo aos poucos com suas ações indevidas e com seus poucos projetos. Os projetos que não foram nem ao menos falados em seu período de campanha, as únicas propostas do presidente foi liberação de armas. Nem com o apoio da maioria dos deputados da câmara Bolsonaro conseguiu aprovar propostas armamentistas, uma das principais indagações do mesmo. 
                                             


Em 500 dias de governo Bolsonaro não conseguiu aprovar os seus principais projetos de armamento e de desburocratização, com a maioria do congresso. Hoje suas próprias bases se mostram decepcionadas com as posições do presidente em  momentos importantes, como exemplo a pandemia de Covid-19. O presidente se estacionou em uma fixa ideia da utilização da cloroquina como forma compatível de cura do Covid-19 e também o isolamento vertical, onde só se isolam pessoas do grupo de risco, como os idosos. A falta de diálogo e comunicação do presidente fez com que ele perdesse dois ministros da saúde em meio a pandemia de Covid-19. O bolsonaro age de forma teimosa, egoísta e inconsequente com vidas brasileiras. As mortes vem crescendo e o presidente nada faz, se não debochar e minimizar vidas. 





Em uma avaliação direta e grossa, o governo federal tem uma maioria, bem ampla, de projetos ruins, mas vem desempenhando alguns poucos trabalhos que podem se destacar, como o pente fino no INSS. Em contra partida não se sabe aonde foi se investido o dinheiro economizado. Mesmo quando as ações do presidente não são totalmente ruins, ele trilham esse caminho. Caso não tome medidas o seu governo pode-se dizer com os dias contados. Com as perdas do grupo da família Bolsonaro eles tem de, como diz o ditado: "Dormir de olhos abertos", o fim está próximo ou será que 'Bozo' ainda vai ter mais uns dias no planalto.

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Olá leitores do Jovens Cronistas, bem-vindos ao Resumão da Rodada 26 da Bundesliga, a primeira das grandes competições de futebol da Europa, que retorna as atividades, após a pandemia mundial de Covid-19, que parou o mundo. Os jogos retornaram sem torcida e com uma série de cuidados.

No sábado (16), o Borussia Dortmund não tomou conhecimento e atropelou o Schalke por 4 a 0. O RB Leipzig ficou no empate em 1 a 1 com o Freiburg. O primeiro visitante a conseguir boa vitoria, foi o Hertha Berlim, que venceu por 3 a 0 o Hoffenheim, com direito a belo gol de Matheus Cunha. Outro visitante que venceu na rodada foi o Borussia Mönchengladbach, que venceu o Eintracht Frankfurt por 3 a 1.

Nos outros jogos a se destacar da rodada, no domingo (17), o líder Bayern visitou o Union Berlim e venceu por 2 a 0 e no fechamento da rodada, na segunda-feira (18), o Bayer Leverkusen, como visitante, aplicou 4 a 1 no Werder Bremem.


No jogo principal que marcou o recomeço da Bundesliga, o Borussia Dortmund venceu com tranquilidade o Schalke 04, pelo placar de 4 a 0. O primeiro gol da partida não poderia ser de outro jogador, Haaland. Aos 29 minutos, Brandt deu belo toque de calcanhar na direita para Hazard, que cruzou rasteiro e Haaland chegou chutando, marcando o 1 a 0. Aos 45, Brandt deu passe na esquerda para Guerreiro, que invadiu a área e chutou rasteiro, para marcar o 2 a 0.

No segundo tempo, aos 3 minutos, em contra-ataque fulminante, Haaland tocou na esquerda para Brandt, que apenas rolou no meio para Thorgan Hazard, que da entrada da área, chutou no canto direito, marcando o 3 a 0. Aos 18, Guerreiro avançou pelo meio, tabelou com Haaland e chutou, quase caindo, mandando a bola no ângulo e fechando o placar em 4 a 0. Com a vitoria o Dortmund segue na 2ª colocação, agora com 54 pontos, a 4 pontos do líder Bayern. O Schalke com a derrota, permanece com 37 pontos e agora é 8° colocado. 


O RB Leipzig recebeu o Freiburg e acabou ficando apenas no empate por 1 a 1. Grifo cobrou escanteio a meia altura da esquerda e Gulde desviou, meio que sem querer, tocando quase de calcanhar, marcando o 1 a 0.

No segundo tempo, aos 32 minutos, Kampl fez belo cruzamento da esquerda e Poulsen subiu para cabecear e empatar a partida. No final partida, tivemos o VAR, que acabou anulando corretamente um gol do Freiburg, devido a impedimento e o empate foi o resultado. Com o empate o RB Leipzig chegou aos 51 pontos e caiu para a 4ª colocação. Já o Freiburg chegou aos 37 pontos e assumiu a 7ª colocação.


O Hertha Berlim visitou o Hoffenheim e venceu com tranquilidade pelo placar de 3 a 0. Os gols da partida ocorreram todos no 2° tempo. Aos 13 minutos, Pekarik chutou da entrada da área e Akpoguma acabou marcando contra, desviando a bola para o gol. Aos 15, Plattenhardt fez cruzamento da esquerda e Ibisevic cabeceou, marcando o 2 a 0.

Aos 28 minutos, Matheus Cunha, fez bela jogada pela esquerda, invadiu a área, quase pela linha de fundo, foi correndo até próximo a pequena área e chutou colocado, para fechar o placar em 3 a 0. Com a vitoria o Hertha chegou aos 31 pontos e chegou a 11ª colocação. Com a derrota o Hoffenheim permanece com 35 pontos na 9ª colocação.



O Borussia Mönchengladbach, visitou o Eintracht Frankfurt e venceu com tranquilidade por 3 a 1. Logo aos 45 segundos de jogo, Plea tabelou com Hofmann dentro da área e chutou cruzado, marcando o 1 a 0. Aos 7 minutos, Bensebaini fez cruzamento rasteiro da esquerda e Thuram chutou para marcar o 2 a 0.

No segundo tempo, aos 28 minutos, Embolo foi derrubado por N'Dicka e foi marcada a penalidade. Bensebaini foi para a cobrança e chutou no canto esquerdo, marcando o 3 a 0. Aos 36, Rode tocou para André Silva, que invadiu a área e chutou colocado, para descontar o placar, que ficou assim em 3 a 1. Com a vitoria o Borussia Mönchengladbach chegou aos 52 pontos e assumiu a 3ª colocação. O Eintracht Frankfurt com a derrota permanece com 28 pontos e caiu para a 13ª colocação.


No domingo (17), o Bayern visitou o Union Berlim e com um gol em cada tempo, chegou a vitoria por 2 a 0. Aos 38 minutos, após cruzamento rasteiro da direita de Lewandowski, Subotic foi afastar a bola e acabou acertando Goretzka e cometendo penalidade. Lewandowski foi para a cobrança e chutou rasteiro, no canto direito, marcando o 1 a 0.

No segundo tempo, aos 35 minutos, Kimmich cobrou escanteio da direita e Pavard cabeceou para marcar o 2 a 0 para o Bayern. O Bayern com a vitoria chegou aos 58 pontos e segue na liderança da Bundesliga. O Union Berlim com a derrota, permanece com 30 pontos e agora é o 12° colocado.


No fechamento da rodada, na segunda-feira (18), o Leverkusen visitou o Werder Bremem e venceu com tranquilidade pelo placar de 4 a 1. Aos 28 minutos, Diaby fez boa jogada pela direita e cruzou na área para Havertz, que cabeceou, marcando o 1 a 0. Aos 30, Bittencourt cobrou escanteio da esquerda a meia-altura e Selassie desviou, da entrada da pequena área, para empatar a partida. Aos 33, Demirbay cobrou falta da direita, alçou a bola na área e Havertz cabeceou para marcar o 2 a 1 para o Leverkusen.

No segundo tempo, aos 16 minutos, Havertz deu toque na esquerda para Diaby, que da linha de fundo fez cruzamento para Weiser, que cabeceou, ampliando para 3 a 1. Aos 33, Bellarabi deu grande passe para Demirbay, que recebeu a bola dentro da área e de cavadinha chutou para fechar o placar em 4 a 1, para o Leverkusen.

O Leverkusen com a vitoria chegou aos 50 pontos e é o 5° colocado, a um ponto da zona da Uefa Champions League. O Werder Bremem com a derrota, permanece com 18 pontos e é um dos times da zona de rebaixamento, estando a 9 pontos de distância do Mainz, 15° colocado.

Resultados 

Próxima Rodada





























Classificação



Observação: Todas as imagens são oriundas do site da Bundesliga e a Tabela de Classificação do FCTables.com




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Jornalista especializado em indústria e infraestrutura, Fausto Oliveira, do A Revolução Industrial (conheça: https://bit.ly/36685e4), conversa com os cronistas Adriano Garcia e Claudio Porto sobre a importância de se fortalecer a indústria nacional, não somente em tempos adversos como o de pandemia global, mas em um processo contínuo e integrador.


Este JC Express vai além dos indicadores (cada vez piores) relacionados à produção industrial e expõe as potencialidades do Brasil, o que, de fato, pode revolucionar o status do País no mundo. Isso, claro, desde que com predisposição para tanto.





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Luis Eurico Tejera Lisboa Presente!

Vladimir Herzog Presente!

Abílio Clemente Filho Presente!

Abelardo Rausch de Alcântara Presente!

Amaro Félix Pereira Presente!

Anatália de Souza Melo Alves Presente!

Carlos Lamarca Presente!

Carlos Marighella Presente!

Esmeraldina Carvalho Cunha Presente!

Isís Dias de Oliveira Presente!

Jane Vanini Presente!

Todos e todas Presente!



Comecei de um modo diferente, sem o costumeiro cumprimento aos leitores e leitoras desta coluna, pois a intenção é pesar o clima. No momento em que vi/ouvi a secretária da cultura Regina Duarte fazer pouco caso da ditadura militar brasileira (1964-1985) em recente entrevista na CNN Brasil, lembrei, como cidadão, professor e historiador, das palavras do historiador inglês Peter Burke que diz que "a função do historiador é lembrar a sociedade daquilo que ela quer esquecer".

Onde tu estavas durante a ditadura militar, Regina Duarte?

A filmografia nacional é rica em produções sobre este período nefasto que,é bom que se diga,  não deve ser nunca esquecido para não que não se repita. Minha cara secretária foram inúmeros os mortos e desaparecidos durante aquela noite de 21 anos. Acredito que muitos dos teus colegas sofreram nas mãos de torturadores nos porões do DOPS.

Onde tu estavas durante a ditadura militar, Regina Duarte?

A ditadura militar, esta que o Jair Bolsonaro comemora, foi pródiga em silenciar e desaparecer seus opositores. O silêncio dava-se de várias formas e os mais conhecidos foram os AI's - Atos Institucionais sendo o mais forte aquele decretado em dezembro de 1968:o AI-5. Sim, este mesmo que volta e meia alguns energúmenos pedem que volte.

Onde tu estavas durante a ditadura militar, Regina Duarte?

Imagine Regina quantas famílias ainda sofrem com o fato de seus familiares estarem desaparecidos? Sim, porque quando se tem o corpo pode-se fazer o velório e as cerimônias de despedida do ente querido. Mas, quando é desaparecido não...simplesmente não há, simplesmente não existe. Entendeu, Regina? A dor persiste e persiste e persiste.

Regina, tu sabes que as ditaduras militares do Cone Sul (Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e Chile)uniram-se, na caça aos opositores, no que ficou conhecido como "Operação Condor"? Caso queira saber o que foi pesquise sobre o caso dos uruguaios Lilian Celiberti e Universindo Dias.

Aqui aparece o grilo falante - o senhor da consciência - para dar um aviso:
Um lembrete acerca da reação de setores da classe cultural brasileira à entrevista da secretária e atriz. Galera, vocês tem culpa nesse cartório, vocês iam às ruas pelo impeachment sob o discurso "anti-corrupção" fizeram campanha para  Bolsonaro. Portanto, menos galera. Bem menos. Certo?
Aqui o grilo falante vai pra casa.

Pô Regina...cantar "90 milhões em ação..." e comentar que era uma época legal?
Entre as tantas faltas de respeito durante a entrevista uma das piores foi dizeres que se fosse homenagear cada um que morre teria que transformar o site da Secretaria em um obituário. Pela memória de todos os que morreram, durante a ditadura militar e agora, respeite-os!

O que Bolsonaro -seus ministros e representantes parlamentares - tenta a todo momento fazer é o que chamamos no meio historiográfico de revisionismo histórico, ou seja, contraria todas as documentações do período e recria uma narrativa torta em relação aos fatos, chegando ao ponto de reescrever o próprio fato para as novas gerações.

Onde tu estavas durante a ditadura militar, Regina Duarte?

Regina, caso tu não lembres o que foi a ditadura militar deixo algumas sugestões:




Regina, assista um trecho aqui.


 Regina você pode ver um trecho deste clássico, aqui.

Regina, se você não curte um cineminha, leia o livro "Brasil Nunca Mais", de 1985, organizado por Dom Paulo Evaristo Arns.

Até semana que vem.

Saudações,

Ulisses B. dos Santos.

Twitter e Instagram: @prof_colorado

Sobre a Coluna

A coluna SobreTudo é publicada sempre às terças-feiras. (P.S.: sim, hoje é segunda! Consegui vencer o deadline)
É das periferias que se apresenta o diagnóstico mais apurado da conjuntura política, social e econômica, tanto em nível nacional como em escala global. Por quê? Ora, porque tal ponto de vista, primeiro, é capaz de compreender o todo do processo e, segundo, é desprovido de quaisquer interesses alheios a não ser o das suas demandas justas e caras, sempre relegadas ao esquecimento.



Neste Clube da Esquerda, os cronistas Adriano Garcia e Claudio Porto conversam com Julia Eid, advogada e ativista do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado – PSTU da Zona Sul da cidade de São Paulo.





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Por motivo óbvio do contexto de pandemia global, o fato mais recente e importante é o de que o agora ex-ministro da Saúde Nelson Teich deixou o (des)governo Bolsonaro com quase um mês de enrolação à frente do ministério. Com uma passagem brevíssima pelo cargo, Teich abandonou o barco cumprindo com a principal agenda do presidente da República: passar o tempo. Em seu lugar, por ora, ficou o general do exército Eduardo Pazuello.



Não resta dúvida de que é impactante a saída de um ministro da saúde em meio a um momento tão sensível como o da pandemia do novo coronavírus. No entanto, na última sexta-feira 15/5 completou-se 500 dias de (des)governo sem nada o que comemorar. Não apenas por que há em curso uma crise sanitária, social e econômica, mas porque os chamados “feitos” de Bolsonaro e Cia não significam realizações que encham de orgulho a sociedade brasileira. Ao contrário, caminha-se a passos largos em direção ao atraso. Neste Redação JC, os cronistas Adriano Garcia, Claudio Porto e Jonas Carreira repercutem os principais fatos da semana, com ênfase para os desmandos presidenciais.





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Olá, o último 13 de maio marcou os 132 anos da Lei Áurea, uma data em que se devia celebrar a libertação ou fim da escravidão.

Foto de Marcos Corrêa registrada na exposição “brasílis a brasília” no palácio do planalto em 23/05/2017
Talvez você pense: o Brasil possui tantos artistas negros e a cultura consumida é, boa parte, produzida por pretos e pardos, portanto o que esse cara quer discutir?

Ainda que alguns homens e mulheres estejam em um lugar visto como privilegiado isto não exclui a grande parte da população que é de pretos e pardos em um sistema que os prende e persegue.

Note que a "libertação" dos escravizados pela princesa Isabel não foi por doçura ou compaixão. A bem da verdade a Inglaterra pressionava o Brasil a fazer isso por motivos essencialmente comerciais. A chamada alforria para todos, ou um possível "liberou geral", não veio com o relevante elemento da cidadania. As pessoas ficaram sem nenhum amparo por parte do agente libertador. Sem salário, o ex-escravo, então, teve de se virar.

Sabe os morros do Rio de Janeiro, as comunidades, favelas, periferias de todo Brasil? Bom, surgem pós-abolição, período que, por sua vez, não representava ainda mudança significativa na vida do preto. Até metade do século 20, por exemplo, se reunir para fazer samba era caso de polícia.Para se ter uma ideia da dimensão da coisa,"Mestre Sala dos Mares" de Aldir Blanc cantada por João Bosco, e também por Elis Regina, teve sua letra original modificada. Onde está escrito navegante era Almirante Negro e foi censurado pela Ditadura militar. Ter um negro em posição de autoridade não era aceitável, além de a referência remeter a João Cândido, líder na revolta da chibata na marinha do Brasil no início daquele século.



Devemos ser gratos aos que lutaram a favor do fim do modelo de escravidão que existia no Brasil, aos que influenciaram e influenciam na música, na dança, no nosso jeito de comer e de falar.

Percebam que até hoje artistas e jogadores de futebol negros são chamados de macaco ou ridicularizados pelo cabelo crespo, a exemplo de um episódio envolvendo duas meninas que tiveram seus cabelos comparados a buchas de lavar-louças em Salvador, na Bahia.

Assim como após a Lei Áurea ser assinada por Isabel, hoje muitos negros e negras estão completamente desamparados. O número de trabalhadores informais cresce a cada dia e muitos são pobres e pretos, sem contar os, com sorte, salvos desempenhados atividades análogas à escravidão. 
A exemplo, as empregadas domésticas que tem hora de chegada e começar a trabalhar sem quase ter hora de saída. Nesses tempos de pandemia quantas pessoas liberaram suas secretárias do lar e vão continuar pagando o salário?

Bem, 13 de maio é dia de reflexão e do 14 de maio em diante é tempo de mobilização. Se nesses 132 anos são poucos os avanços, não há tempo para baixar a guarda e a luta pela liberdade plena com cidadania deve ser contínua, já que "negro é a raiz da liberdade", como dizia Dona Ivone Lara.



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Um levantamento feito pelo Ministério Público Federal (MPF) mostrou que uma das principais causas de violência contra populações indígenas está relacionada à ocupação e à exploração de terras. Neste levantamento, estão incluídas também comunidades tradicionais como: quilombolas, ribeirinhos e ciganos. Mas os indígenas são os que mais sofrem violência nas mãos dos criminosos.



Segundo o Subprocurador da República, Antônio Bigonha, essa pesquisa nos mostra que ainda estamos muito atrasados na questão de regularização dos territórios ocupados pelos indígenas, como prevê a Constituição brasileira. “Infelizmente, vemos a cada dia o governo ceder mais e mais aos interesses do agronegócio e da expansão agrícola em detrimento dos direitos indígenas, de quilombolas e de outras minorias em relação à terra, o que fomenta os conflitos no campo e a violência contra populações tradicionais”. Disse o Subprocurador.


O mais pungente, neste levantamento do MPF, é que a pesquisa mostra que o ato violento se encontra em plena ascensão. Com o atual governo, a intimidação contra os indígenas vem aumentando e, consequentemente, a destruição nefasta do nosso meio ambiente. Isso tudo vem incluindo a recente denúncia de que o Ministério do Meio Ambiente vem acabando com a autonomia do IBAMA.

Os dados do MPF nos revelam, também, os estados com maiores números de ocorrências de atos violentos: Pará, com 55 registros, vem em primeiro lugar; Rio Grande do Sul e Bahia, com 32 casos, ocupam a segunda posição; em terceiro, vem o Amazonas, com 29 casos. Inclusive, no Pará, a selva já vem virando pasto há muito tempo e, nesse governo, vem concretizando ainda mais a destruição das florestas.

Vale ressaltar que o genocídio da população indígena vai aumentar mais com a pandemia que o país enfrenta. O discurso assassino de Jair Bolsonaro atinge os povos mais oprimidos e a população indígena se encontra neste holocausto insano. O número de indígenas infectados pela COVID-19 aumenta a cada dia, e a falta de apoio a essas populações em meio à crise mostra o plano de sacrifício satânico que este governo vem promovendo. A matança dos indígenas, em território brasileiro, é um atestado de que este governo não tem nada de nacionalista, é mais um tecnocrata com uma ala de sociopatas macabros e charlatões disfarçados de cristãos. A frase “Brasil acima de tudo e Deus acima de todos” é apenas um merchandising malévolo, que esconde uma agenda genocida de Jair Bolsonaro e seus asseclas.


Sobre a coluna

A coluna Notas do Cotidiano é publicada sempre às sextas-feiras.



Olá, queridos, queridas e querides! Tudo bem por aí? Por aqui vai-se indo...

Sempre que se tem a responsabilidade de escrever semanalmente para uma coluna é necessário ter inspiração para escrever algo. Nessas horas lembro do escritor Luis Fernando Veríssimo que dizia ter um muso inspirador é o prazo.  Para cumprir esse prazo a gente busca inspiração em algum tema que tenha se destacado na semana anterior e como são muitas informações, das mais diversas fontes, tornou-se impossível obedecer ao prazo ou, como chamamos no jornalismo, deadline.

Um momento que chamou a atenção nessa semana foi a entrevista da ex-atriz(?) Regina Duarte para a CNN Brasil. Em dado momento a secretária da cultura cantou "90 milhões em ação, pra frente Brasil...De repente é aquela emoção..." e em dado momento viu-se contrariada por outra atriz - Maitê Proença - que, é bom lembrar era da turma do 'anti-corrupção/Pró-Moro" (não esqueçamos, ok?),  enviou um vídeo criticando a falta de políticas públicas da pasta.

O governo federal, em meio a pandemia, tem-se mostrado pródigo em criar crises como se a Pandemia, por si só não resulta-se em uma imensa crise ao não ser fortemente atacada. Da saída do ministro da saúde à atual crise de relacionamento com o atual ministro da pasta foram menos de trinta dias. Para um presidente que trata tudo como se fosse namoro, noivado ou casamento nada mais apropriado que caracterizar a crise com Nelson Teich como crise de relacionamento ou mesmo DR. Teich como se viu na semana passada foi informado, em meio a uma coletiva que o presidente editara um decreto tornando "serviço essencial" salões de beleza, academias e outros que tais. A cara que ele fez, o constrangimento "nível hard" foi evidente. 

***AtualizaçãoAgora***

Teich pediu pra sair. Menos de um mês depois de assumir o segundo ministro da saúde sucumbiu ao tom fortemente autoritário de Jair "Cloroquina/FimDaQuarentena" Bolsonaro. Em meio a uma crise da saúde o governo federal já vai para o terceiro titular desta importante e fundamental pasta.

Nessa semana completei quatro meses neste projeto jornalístico tão importante e que me permite adquirir muita experiência. Vida longa ao Projeto Jovens Cronistas. 

A partir de hoje vou inserir sugestões de filmes/livros aqui na coluna. Pra começar vou sugerir um livro que mostra aquilo que todo mundo diz ou, pelo menos suspeita: os caras era gêneos. É a história da criação de algo que iria mudar a história pop. Estou me referindo ao disco dos Beatles "Sgt Pepper's lonely heart club band" de 1967. O livro em questão chama-se "Paz, amor e Sgt.Pepper. Os bastidores do disco mais importante dos Beatles", de George Martin, da editora Sonora.

Até semana que vem.

Saudações,

Ulisses B. dos Santos.

twitter e Instagram: @prof_colorado

Sobre a Coluna

A coluna SobreTudo é publicada sempre às terças-feiras. (Não, hoje é sexta. Abraços)