Se tem algo que caracteriza o (des)governo Bolsonaro neste primeiro ano de gestão (falta dela) são os seus desmandos muito pouco (quase nunca) explicados e recorrentemente priorizados como se o fossem o modo de trabalho. É como em Cotidiano do prêmio Camões de 2019: “Todo dia ELE faz tudo sempre igual”. Na bacia das medidas facilmente classificadas sob tal mote está a tentativa de alterar algumas regras que balizam o código nacional de trânsito; a interferência presidencial na escolha dos postos de trabalho de delegados da Polícia Federal; o interesse explícito de melindrar o êxito do Censo 2020; o uso, por baixo dos panos, da máquina para acelerar o processo de criação do partido do presidente; entre outros episódios que não apenas arranham a imagem do País: minam qualquer resquício ideia de Brasil desenvolvido.

Antes fossem prejuízos abstratos vinculados ao campo da retórica. O saldo, até aqui, é negativo e concreto. Alcança boa parte dos estrados da sociedade, que se ajeita para o momento do ponto de ebulição. Até lá, é preciso bastante organização. É, exatamente, para tratar da necessidade de mobilização, incluindo a formação de uma ampla comunidade com alcance, principalmente junto às camadas marginalizadas, e de outros tantos temas que o ativista e comentarista político Rogério Anitablian participa desta edição do Clube da Esquerda, apresentado pelos cronistas Adriano Garcia e Claudio Porto.



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Editorial JC

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  1. Pelo caos do mercado, ao qual estão submetidas as autoridades políticas,
    nenhum combate à crise do Covid-19 será eficiente. Assim, a estatização
    imediata da economia, com nacionalização dos bancos e formação
    de um conselho econômico - com eméritos professores e mesmo grandes
    empresários - para gerir de forma centralizada a economia brasileira,
    com total apoio das forças armadas, é a única forma de evitar a
    exponenciação das mortes, o colapso generalizado do nosso precário sistema
    de saúde e o aprofundamento da crise econômica e social que se anuncia.

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  2. Pelo caos do mercado, ao qual estão submetidas as autoridades políticas,
    nenhum combate à crise do Covid-19 será eficiente. Assim, a estatização
    imediata da economia, como solução provisória, com nacionalização dos bancos
    e formação de um conselho econômico - com eméritos professores e mesmo grandes
    empresários - para gerir de forma centralizada a economia brasileira,
    com total apoio das forças armadas, é a única forma de evitar a
    exponenciação das mortes, o colapso generalizado do nosso precário sistema
    de saúde e o aprofundamento da crise econômica e social que se anuncia.

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