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Papo de Torcedor SÃO PAULO - Sem novidades na Arena

Thiago Bernardes/FramePhoto

Olá Tricolores! Após a dolorosa desclassificação na segunda fase da Libertadores de 2019, pior resultado da história tricolor na competição, o tricolor entrou em campo para enfrentar o Corinthians, pela sétima rodada do Campeonato Paulista 2019, única competição que sobrou para o time neste primeiro semestre. O São Paulo em seu primeiro jogo sem Jardine, demitido do cargo de treinador. Diretoria cedendo a pressão da torcida, como já era de se esperar. Vagner Mancini, interinamente, comandará a equipe até a chegada de Cuca, contratado. Para o clássico, Mancini escalou o SPFC com: Volpi; Igor Vinícius, Bruno Alves, Arboleda e Reinaldo; Willian Farias, Hudson e Hernanes; Everton, Pablo e Carneiro.

Na primeira metade do jogo o São Paulo foi levemente melhor, mas a superioridade não se transformava em boas chances de gol. Aos 16', Arboleda levou perigo em cabeçada, mas o impedimento já havia sido marcado. Após esse período, o Corinthians equilibrou o jogo, mas tecnicamente ainda faltava muito aos dois. Nenhuma chance real era criada.

Somente aos 38', Clayson aproveitou passe errado de Arboleda e criou boa jogada pela esquerda, cruzando com perigo na área são paulina. Aos 43', Manoel, de cabeça, abriu o placar para o Corinthians em lance duvidoso, tanto na jogada que originou o escanteio em cruzamento da Clayson, onde a bola saiu, quanto na própria finalização do zagueiro. O gol no final do primeiro tempo desempatou um jogo até então bem equilibrado.   

Primeiro tempo sem muito o que comentar, já que pouco foi criado. Muito abaixo do esperado em um clássico como Corinthians x São Paulo. A diferença no placar veio em um detalhe e na bola parada. Desvantagem para o SPFC que precisava surpreender para empatar.

Para o segundo tempo, Everton, machucado, deu lugar a Antony. O São Paulo começava parecendo disposto a ser mais ofensiva, mas rapidamente o Corinthians passou a ter mais posse de bola e dar ritmo ao seu jogo. Aos 10', Carneiro fez boa jogada pela esquerda e cruzou para a área, a zaga corintiana bateu cabeça e com a presença de Antony cedeu escanteio ao tricolor. No escanteio, Reinaldo cruzou fechado e Pablo desviou no primeiro pau para empatar a partida.

Alan Morici/AGIF

Aos 26', após cruzamento, Ralf desviou sem perigo. Aos 28', após cruzamento de Fagner, Volpi perdeu no alto para Vagner Love, e na sobra da dividida, Gustavo marcou, mesmo pegando mal na bola.

Anderson Rodrigues-Agencia F8-Gazeta Press

Aos 37', Arboleda empatou o jogo após desvio de Carneiro, em escanteio batido por Reinaldo. O árbitro no entanto marcou toque de mão de Carneiro, em lance interpretativo. Aos 44', Carneiro recebeu de Diego Souza, girou e chutou por cima, da entrada da área. Aos 47', Nenê cobrou escanteio e Hernanes desviou de cabeça por cima do gol, na última chance do jogo.

Mais um revés na Arena Corinthians. Mesmo jogando no mesmo nível de seu adversário, perdeu o jogo mais uma vez em erros individuais, desta vez de Volpi, que perdeu em um lance que goleiro nenhum pode perder. Coletivamente o time não foi bem novamente, com os mesmos sintomas de jogos anteriores, como a falta de criatividade e pouco poder ofensivo. Carneiro, no entanto, foi exceção. Tanto pelo alto, como também em jogadas individuais de força e velocidade (quem diria), criou as melhores oportunidades merece seguir no time titular.

A defesa ia bem, porém dois gols em jogadas pelo alto não podem ocorrer, ainda mais em uma partida tão disputada. O meio, mais uma vez foi abaixo. Com Hernanes sobrecarregado na armação, e fora do seu ritmo ideal, pouco fez. Até mesmo Everton (no primeiro tempo), que sempre é um dos mais importantes na criação, continua pecando em momentos chaves. Porém, se não voltar no próximo jogo, é uma perda grande. Pablo fez o gol e só, mas pelo menos fez. Antony entrou e merece mais tempo em campo, ainda mais agora, em um primeiro semestre pouco desafiador para o SPFC. Mancini escalou a equipe mudando drasticamente, apenas o centroavante da equipe e mostrou coragem no segundo tempo, colocando o time mais pra frente quando foi necessário, porém, não pode jogar. Cabe a ele treinar esse time exaustivamente, física e psicologicamente, se é isso que falta.

Ale Vianna/Agência Eleven/Gazeta Press

No Paulista, o São Paulo tem, no próximo domingo, confronto contra o bom Red Bull Brasil, que tem 14 pontos e seria líder disparado no Grupo D, em que ocupamos o segundo lugar com risco de perder a vaga momentânea na fase final para o Oeste, que joga amanhã contra o fraco São Bento. Risco iminente, selando o início de ano catastrófico do São Paulo.



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