Por motivo óbvio do contexto de pandemia global, o fato mais recente e importante é o de que o agora ex-ministro da Saúde Nelson Teich deixou o (des)governo Bolsonaro com quase um mês de enrolação à frente do ministério. Com uma passagem brevíssima pelo cargo, Teich abandonou o barco cumprindo com a principal agenda do presidente da República: passar o tempo. Em seu lugar, por ora, ficou o general do exército Eduardo Pazuello.



Não resta dúvida de que é impactante a saída de um ministro da saúde em meio a um momento tão sensível como o da pandemia do novo coronavírus. No entanto, na última sexta-feira 15/5 completou-se 500 dias de (des)governo sem nada o que comemorar. Não apenas por que há em curso uma crise sanitária, social e econômica, mas porque os chamados “feitos” de Bolsonaro e Cia não significam realizações que encham de orgulho a sociedade brasileira. Ao contrário, caminha-se a passos largos em direção ao atraso. Neste Redação JC, os cronistas Adriano Garcia, Claudio Porto e Jonas Carreira repercutem os principais fatos da semana, com ênfase para os desmandos presidenciais.





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Editorial JC

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