A conta dos(as) brasileiros(as) mortos(as) no contexto da pandemia do novo coronavírus é do presidente da República e de seus subordinados, o seu (des)governo. No entanto, não está sendo paga e, de longo, não será quitada pelos mesmos. Aos brasileiros que se foram, um “e daí?”, aos que ficam, apesar das perdas, da dor, do sofrimento, a conta da crise brasileira agravada pela Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus.




Coerente com o seu discurso trintenário (30 anos de vida pública), Jair Bolsonaro não esconde, neste momento, seu afã mortífero contra, principalmente e não somente, os mais desvalidos do País. O objetivo é condenar à morte os tais “trabalhadores” que, por ele, poderiam retomar as atividades como se não houvesse nada de estranho. Os cronistas Adriano Garcia, Claudio Porto, Nicholas Faria e Ulisses Santos tentam, neste Redação JC, analisar o panorama brasileiro em meio ao período mais incerto e complexo da história recente.



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Editorial JC

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