Olá a todos e todas!



A crise sanitária, que ainda assola a humanidade, parece que vai terminar mais rápido em alguns lugares do que em outros o que, por si só, é uma característica do capitalismo: Quem pode mais, chora menos.
A tua condição, a tua capacidade está diretamente ligada ao tamanho do teu bolso e como tu faz para preencher este bolso e o que tu fazes com o dinheiro. Quando se discutem governos, este final da última frase "o que tu fazes com o dinheiro" pode ser traduzido como vontade política. 

Se tivéssemos um governo que aceitasse a ciência, não precisava nem entender, bastava aceitar. Isso mesmo, ACEITAR! Mas, como se sabe, não foi que aconteceu. 

Bolsonaro trocou de ministro como alguém que troca de roupa, tratou de divulgar remédios sem a menor serventia ao combate à Covid19, retardou a compra de vacinas além de estar em um mar de denúncias que aparecem nas sessões da CPI da Pandemia que acontece no Senado Federal. A mais recente denúncia de uma propina de 1 dólar por dose de vacina, intermediada por uma empresa localizada em um paraíso fiscal, faz qualquer movimento de corrupção da história recente inclusive a Lava Jato, parecer brincadeira no recreio da escola.

Enquanto isso, mesmo com a pandemia, vemos um movimento contra Bolsonaro e sua política destrutiva, levando multidões às ruas para exigir sua saída. As pessoas mostram sua inconformidade ante toda esta sorte de denúncias contra um governo que diariamente derrete um pouco mais. No mais recente, segundo divulgação de grande imprensa, ocorreram atos em todas as capitais, no distrito federal e mais de uma centena de cidades. Há quem diga que se empurrar ele cai. Será? 

Fica a dica para a reflexão sobre tudo isso que estamos vivenciando e anotem nas suas agendas:

#JCinforma: de segunda a quinta, a partir das 21h, como Pedro Araújo e outro editor (Cláudio Porto, Adriano Garcia, Artur Luiz e eu mesmo) debatem os assuntos do dia.

#BatePapoCultural, sextas-feiras às 20h , eu recebo alguém do cenário da cultura brasileira.

#RedaçãoJC, aos sábados às 15h: Cláudio Porto e os editores debatem os assuntos da semana


Um forte abraço e todos e todas.

Ulisses Santos.






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Ulisses Santos

Sou um cara solidário e humanista. Procuro ser empático com o outro. As relações humanas fazem com que cada um de nós seja alguém que ao acordar é uma pessoa e ao dormir seja outra. Sou professor da rede pública estadual do RS desde 2002 e escritor desde sempre. Tenho livros escritos sobre a história de Porto Alegre e do Rio Grande do Sul. Atualmente estou concluindo a graduação em Jornalismo.

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